O companheiro Henri Jean Viana, o Francês, reproduziu na coluna dele, no Jornal do Povo, um comentário que deixei no blog do Edson Lima. O colunista de O Diário falava sobre a sujeira nas ruas e a ausência do serviço de limpeza pública. Como tenho defendido o fim da taxa de limpeza pública cobrada pelo município, escrevi:
“Por isso mesmo, tenho defendido há bastante tempo que a prefeitura acabe com a taxa de limpeza pública. O município deveria ficar responsável apenas pela área central. Desde sempre, nos bairros, o povo é quem cuida da frente de suas casas. Dessa forma, a taxa é injusta. A prefeitura cobra por um serviço que não faz e nunca fará”.
Embora minha intenção não tenha sido “meter a boca” na limpeza pública executada pela prefeitura, tenho me posicionado pelo fim da taxa porque nunca vai dar conta dessa demanda. A taxa é uma hipocrisia da máquina pública, porque ela sugere que o município presta esse serviço. No entanto, a limpeza pública não chega aos bairros mais distantes. Por exemplo, nos quase nove anos em que estou morando na zona sul da cidade, a varredeira da prefeitura passou por lá umas seis vezes – quase todas na atual gestão. Para justificar a taxa, a limpeza teria que ser feita, no mínimo, duas ou três vezes por semana.
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