O vereador John Alves, presidente da Câmara de Maringá, disse hoje no Pinga Fogo que já trouxe benefícios (recursos) para a cidade como resultado de suas viagens. Como a gente não pode duvidar da palavra do presidente, cá estamos nós a disposição da assessoria do John para receber informações sobre esses benefícios. Não deve ser difícil fazer esse levantamento. Afinal, com tantas viagens (uma diária a cada quatro dias) o que não devem faltar é coisas boas para divulgar.
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O jornalista Everton Barbosa fez uma reportagem sobre a reclamação de estudantes sobre ações da polícia na região da Universidade Estadual de Maringá.
De acordo com a matéria, os estudantes universitários que freqüentam os bares da região da Universidade Estadual de Maringá estão revoltados por causa de uma ação da polícia que aconteceu na semana passada. Na quinta-feira à noite, quando muitos bares estavam lotados, a polícia teria agredido muitos deles numa tentativa de acabar com a aglomeração e o barulho. Um estudante entrou em contato com a CBN para denunciar a ação da polícia. Ele disse que a PM usou bombas de gás, os estudantes teriam sido empurrados e alguns deles ficaram presos em prédios sob ameaça. A polícia nega que houve excessos, e diz que moradores não suportam a bagunça provocada por muitos estudantes. O tenente Luiz Carlos Martins afirma que a polícia tem agido de forma enérgica, mas assegura que tudo tem sido feito dentro da lei.
Cá com meus botões, entendo que, se houve excessos, é preciso investigar. Se comprovados os excessos, os abusos devem ser coibidos e os policiais, punidos. Entretanto, nós precisamos levar em consideração que os estudantes sofrem da síndrome da perseguição. Qualquer ação para fazer valer a lei é entendida como abuso de autoridade. Os estudantes recordam da ditadura militar – que não experimentaram – e interpretam as ações da polícia como atos de repressão. Volto a dizer, se houve excessos, é preciso investigar. Mas os estudantes precisam reconhecer que a diversão deles é perturbação de sossego para os moradores. Particularmente, conheço estudantes que moram próximos desses bares, desses locais de festas e nunca foram abordados pela polícia. E por uma única razão: não ficam bebendo e badernando até tarde da noite.
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Mais uma “filosofia” da admirável Rosana Hermann:
- Tem gente que acha que democracia é apenas o direito que ela tem de se expressar sem levar em conta o direito que o outro tem de não concordar.
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A edição de hoje do jornal O Diário volta a tratar das diárias gastas pelos vereadores de Maringá. A reportagem somou a quantidade de diárias gastas pelos parlamentares só em viagens para Curitiba.
Na quinta-feira, quando a CBN Maringá divulgou os gastos, apresentamos quanto cada vereador gastou e para quais cidades tinham viajado – inclusive o número de viagens de cada um. Na ocasião, o número de viagens já tinha chamado a atenção de muita gente. Hoje, quando O Diário faz a mesma coisa, só que somando todas as viagens, os dados voltaram a assustar. Afinal, os vereadores gastam uma diária a cada um dia e meio. Como diria aquele apresentador global, é loucura, loucura…
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