Eu não entendo… O caos aéreo praticamente ficou para trás (basta notar os números excepcionais obtidos pelas companhias aéreas) sem o governo federal ter feito praticamente nada. Foi trocado o ministro e o comando da Anac, mas de concreto mesmo (investimentos e mudanças estruturais) não vi absolutamente nada.
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A prefeitura de Apucarana concedeu um reajuste de 9,21% aos servidores. Prefeito, vice, secretários e demais cargos em confiança – CC1 e CC2 – receberão um aumento de 4,97%. Esta não é a primeira vez que o prefeito Valter Pegorer autoriza um reajuste acima da inflação para o funcionalismo. Na verdade, desde que assumiu a administração daquele município, Pegorer desenvolve uma política de recuperação dos ganhos dos servidores.
PS – Enquanto Apucarana dá exemplo ao reajustar os salários do funcionalismo com índice acima da inflação e percentual bem mais modesto para prefeito, vice e secretários, em Campo Mourão, os vereadores estudam um projeto que vai aumentar em 60% as remunerações do chefe do Executivo, vice e secretários, além, é claro, dos próprios parlamentares.
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É uma beleza quando a gente tem a caneta e o poder nas mãos. Um projeto pode legalizar as 135 promoções irregulares do Tribunal de Contas. Coisa linda, não?
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Beth, leitora deste blog, mora em Niterói-RJ. Ao comentar o post “Trânsito” disse o seguinte:
Sinto Maringá caminhando para problemas crônicos como temos aqui no Rio e seus municípios, ou seja, entupidos de carros, com uma malha viária antiquada, pouca política pública para ajudar o trânsito fluir com educação e segurança. Assim como estranhou-me o fato de já terem até “flanelinhas” atuaando nas ruas da cidade, coisa essa que pensei ser um “câncer” espalhado pelo RJ e SP.
Quando meu filho foi estudar aí na UEM, comprei-lhe uma bike, mas hoje em dia não acho que ele esteja seguro em pedalar por uma cidade que cresceu assustadoramente em número de veículos.
Culpa disso, em grande parte, é desse governo irresponsável que facilita carro a 1,99 mas não vê as implicações que isso está trazendo para a sociedade.
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A prefeitura de Maringá divulga que está fazendo roçada no contorno sul. O mato está alto mesmo naquele trecho de rodovia. Entretanto, ficaria mais satisfeito se o anúncio fosse de serviços de recuperação da malha asfáltica. Trafegar pelo contorno sul não tem sido tarefa das mais agradáveis.
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A CBN Maringá informou há pouco que a Justiça determinou a perda de mandato da vereadora Márcia Socreppa. A decisão é em primeira instância. Ou seja, a parlamentar pode recorrer. O motivo da perda de mandato é que Márcia Socreppa, entre janeiro e setembro de 2003, fazia o impossível: ao mesmo tempo estava na Câmara e na Prefeitura, onde é funcionária. Nesse período, a vereadora recebia pela função no Legislativo e também como funcionária da prefeitura. A decisão da Justiça também prevê a perda dos direitos políticos por seis anos e meio. Como a decisão é em primeira instância, a vereadora poderá recorrer e também disputar a reeleição.
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Duas vezes por semana vai ao ar pela rádio Novo Tempo um programete produzido por mim. Hoje, gravei sobre o trânsito. É um tema que me preocupa, mas que não parece incomodar muita gente. Quase sempre, os motoristas entram em seus carros, aceleram e querem apenas chegar aos seus destinos… O que está sendo feito – ou se tem deixado de fazer – para tornar o trânsito mais funcional, não preocupa tanto os motoristas. Por isso, sugeri a reflexão neste programete. Entre outras coisas, disse:
Se observarmos o crescimento da frota de veículos em Maringá e as políticas públicas para tornar mais funcional o trânsito da cidade, logo chegaremos a conclusão que alguma coisa tem deixado de ser feita.
Em todo mundo, as cidades que conseguiram melhorar o trânsito, sofreram a interferência direta do poder público. Ou seja, para que eu e você possamos transitar com segurança, seja de bicicleta, a pé ou de carro, a prefeitura precisa pensar e implantar políticas públicas que atendam a uma nova realidade: o crescimento populacional e a frota de veículos.
No caso específico de Maringá, não é preciso fazer muito esforço para notar que as políticas públicas atuais para o trânsito não tem produzido o resultado esperado. Talvez porque nós e nossas autoridades entendamos que o trânsito depende apenas dos motoristas. Entretanto, não é assim que as coisas funcionam. Se apenas políticas de conscientização forem desenvolvidas, vamos chegar a um ponto em que não será possível transitar de uma quadra para outra…
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