Apucarana vai receber do governo do Paraná R$ 6,8 milhões para pavimentação de várias ruas e avenidas da cidade. Os recursos financiados são do Fundo de Desenvolvimento Urbano, do Paranacidade.
Com a verba, a prefeitura de Apucarana vai realizar obras em 71 trechos de vias públicas. Serão diretamente beneficiados os moradores dos jardins Marissol, Planalto, Colonial e Tarobá, do Conjunto Residencial Casa Nova, da Zona Norte e do Distrito de Vila Reis.
Segundo o prefeito Valter Pegorer, o financiamento para pavimentação urbana vai reduzir de 28 para 16 o número de bairros não pavimentados naquela cidade.
Além do pavimento asfáltico, serão feitos a complementação da rede de galerias de água pluviais, meio-fio com sarjeta, calçadas em concreto, rampas para portadores de necessidades especiais e sinalização.
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Esbarrei no blog do Leandro Souto Maior por buscar resposta para uma pergunta: por que pessoas que possuem carros com ótimos equipamentos de som nunca escutam nada que presta? Embora tivesse esperança que o Leandro pudesse me responder, ele apenas reforça a impressão que já tinha: sempre que encontramos alguém com o som em alto volume, a música é de qualidade questionável.
Cá com meus botões tenho uma hipótese: o camarada que ouve música com som elevado e acha isso o máximo é porque já perdeu o cérebro.
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Entrevistei há pouco um médico na CBN Maringá. Ele é natural de Londrina e morou nos últimos quatro anos em Ribeirão Preto (SP). O médico, como quase todo mundo que conheço, elogiou bastante a nossa cidade. Entretanto, ressaltou que o trânsito daqui é péssimo. Lembrou que em Ribeirão Preto, com cerca de 1 milhão de habitantes, o trânsito é muito mais fluente e funcional. Novidade? Nenhuma. Aqui a coisa é realmente complicada…
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A revista Veja desta semana fez uma excelente reportagem sobre o crescimento da classe C no Brasil. A publicação mostra que pelo menos 86 milhões de brasileiros fazem parte dessa classe social. Conforme aponta a Veja, a classe C ganhou pelo menos 20 milhões de novos integrantes (deixando a zona de pobreza) só nos dois últimos anos. Isto significa que o Brasil caminha para consolidar seu desenvolvimento. E a melhor notícia é esta:
A boa notícia é que, desta vez, tudo leva a crer que não se trata de mais uma bolha como as do passado. Nem de um vôo de galinha. Um sinal disso é que, mesmo com a crise financeira nos Estados Unidos, o Brasil deverá registrar em 2008 mais um ano de crescimento econômico acelerado. Para o economista Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro, um aspecto essencial que ajuda a entender essa ascensão social é o aumento no número de empregos formais. “Uma firma que contrata alguém formalmente não pensa em demiti-lo logo depois”, diz Neri. Isso é positivo porque, com carteira assinada e emprego estável, o trabalhador consegue planejar melhor seu futuro e investir em seu bem-estar.
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Maringá e outras cidades do país sofrem com o aumento da criminalidade. Entretanto, quando as autoridades são cobradas, geralmente se esquivam ou jogam a responsabilidade para um outro ente público qualquer. Hoje, ao ler um artigo do policial federal e especialista em Gestão de Segurança Pública, Luís Carlos Magalhães, fiquei convencido que o tema segurança pública passa pela disposição do Executivo municipal em abordá-lo e dar o direcionamento necessário para que a sociedade não viva atormentada pelo medo. Leia um trecho do que escreveu Magalhães:
[...] urge que os candidatos às prefeituras municipais tenham em suas consciências que as responsabilidades pela segurança e pelo bom convívio nos municípios que vierem a governar devem ser baseadas na premissa do efetivo envolvimento da comunidade na resolução dos problemas. É preciso saber ainda que o prefeito, por estar mais próximo da comunidade, é a autoridade pública que mais necessita adotar uma postura pró-ativa para garantir o convívio social pacífico.
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