A CBN Maringá fez hoje a abordagem de mais um assunto polêmico em nossa cidade. Luciana Pena levantou uma situação, no mínimo, estranha: a reserva de uma rua para estacionamento de veículos de advogados (próximo ao Fórum local). Tem até cancela no local. O mais estranho é que a cessão da rua, que é pública, foi feita, no passado, por meio de um projeto de lei votado na Câmara de Vereadores.
Conforme apurou a reportagem, a reserva de vagas para estacionamento dos veículos de advogados é questionável, do ponto de vista jurídico. Ou seja, é mais uma situação lamentável que ocorre em Maringá.
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Achei muito interessante a proposta da prefeitura de Curitiba e da polícia da capital que pretendem colocar cães farejadores na entrada das festas raves e casas noturnas. A idéia é impedir a comercialização de drogas sintéticas. Segundo Fernando Francisquini, titular da Secretaria Antidrogas, os cães são da raça Labrador. Portanto, são dóceis. Como receberam treinamento para identificação de anfetamina, vão trabalhar na prevenção (contra a venda e consumo dessas drogas).
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A Câmara de Maringá aprovou em primeira votação o projeto do Executivo que reajusta os salários do funcionalismo. Trata-se de um abono linear de R$ 120,00. Com isso, os índices de aumento nos ganhos dos trabalhadores são diferenciados, de acordo com a remuneração recebida pelos servidores. Veja abaixo:
Salário: R$ 500,00 – Percentual: 24% – Ganho real (descontada a inflação): 18,62%
Salário: R$ 1 mil – Percentual: 12% – Ganho real: 7,14%
Salário: R$ 1,5 mil – Percentual: 8% – Ganho real: 3,31%
Salário: R$ 2 mil – Percentual: 6% – Ganho real: 1,4%
Salário: R$ 2,5 mil – Percentual: 4,8% – Ganho real: 0,25%
O projeto que vai garantir um aumento no rendimento dos trabalhadores já a partir do próximo mês volta a ser analisado pelos vereadores na sessão dessa quinta-feira.
PS- Os índices acima apresentados estão equivocados. A assessoria de comunicação da prefeitura fez o cálculo com base no abono concedido aos servidores. Levando-se em consideração o percentual de reajuste, o aumento real é muito menor. Assim que tiver mais detalhes, publicarei.
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Verdade ou mentira? É difícil dizer… Ainda assim, vale a recomendação. Um do especialista em câncer Vini Khurana, um neurocirurgião que já recebeu 14 prêmios e publicou mais de 36 estudos, aponta que o uso do aparelho celular pode ser mais prejudicial que o tabagismo. Ou seja, o celular poderia matar mais que o cigarro.
Segundo ele, os aparelhos produzem radiação. A exposição das pessoas a essa radiação é que colocaria a saúde em risco. O médico ressalta que “existem fatos mostrando que o uso de telefones móveis está relacionado a tumores cerebrais”.
Diante do fato, Khurana sugere que, apesar dos benefícios da telefonia móvel, as pessoas deveriam repensar o uso do celular.
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Informação publicada nesta quarta-feira por Thomas Traumann, colunista da revista Época:
O relatório de gastos do ex-presidente FHC circulou pelo Congresso semanas antes do vazamento das informações para a imprensa. Segundo a apuração dos repórteres Adriana Vasconcelos e Gerson Camarotti [do jornal O Globo], o senador tucano Álvaro Dias tinha em mãos em fevereiro as famosas 13 páginas de gastos de FHC e Ruth Cardoso, que posteriormente serviram de base para as denúncias da Veja e da Folha. Sem afirmar, a reportagem dá a entender que dados teriam sido entregues ao senador por petistas que queriam assustar os tucanos e criar um clima de zero a zero na CPI dos Cartões Corporativos.
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A ouvinte da CBN Maringá, Sylvia Anan, comentou o barulho provocado pelos estudantes nas proximidades da Universidade Estadual de Maringá. Vale a reflexão:
Sou moradora recente de Maringá e da Zona 7 e, como venho de São Paulo – capital, não compreendo toda a polêmica em torno da suposta confusão causada pelos estudantes da região aos finais de semana. De fato, as reivindicações do Centro Acadêmico da UEM são absurdas. Mas, de outro lado, a população de Maringá também faz queixas desproporcionais. Por que a polícia tem que agir contra o barulho? Não há um PSIU (Programa de Silêncio Urbano) na prefeitura? Não há criminalidade de fato na cidade a ser combatida, por isso é preciso inventar tarefas para os guardas?
Sinceramente, não acho que o barulho causado pelos estudantes mereça tanto estardalhaço. É quase um lugar-comum tratar os estudantes como um estorvo – isso se vê na Zona 7 inteira, em qualquer dia da semana -, enquanto a população se esquece de que estes estudantes são parte da cidade, e da economia da cidade. Se a UEM fosse fechada, quantos estabelecimentos comerciais faliriam na cidade, ou eles não fariam diferença? Quantos maringaenses não deixariam de ter a renda dos aluguéis de quitinetes e apartamentos? Não seria muito cômodo para os habitantes da cidade que os estudantes simplesmente desaparecessem da cidade quando chegasse o final de semana, ou ao final das aulas?
Maringá não é uma cidade pequena, é aliás muito maior do que eu esperava, quando cheguei aqui. Parece ingenuidade por parte de uma classe de moradores querer morar justamente nesta parte da cidade e não arcar com os incômodos que, mesmo não sendo tão grandes na minha opinião, são inevitáveis.
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Informação enviada pela assessoria de comunicação do governo do Paraná:
As redes proprietárias dos supermercados Wal Mart, Big, Mercadorama e Carrefour receberam nessa terça-feira multa diária de setenta mil reais. A punição foi aplicada pelo Instituto Ambiental do Paraná. Motivo: as duas redes de supermercados insistem em não apresentar alternativas para as sacolas plásticas que elas distribuem em suas lojas.
Faz mais de dois anos que o governo do Estado pede às redes de supermercados que apresentem alternativas para substituição às sacolas de plástico distribuídas aos consumidores.
No começo do ano, as mesmas redes de supermercados – e também a rede dona do Pão de Açúcar e Extra – foram multadas em setenta mil reais pela mesma infração.
PS – Não só tem sido desrespeitada a legislação estadual que prevê a substituição de sacolas plásticas, outras leis, inclusive trabalhistas, têm sido estrategicamente dribladas por alguns desses grupos econômicos.
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O governo do Paraná liberou R$ 1,8 milhão para o recape asfáltico em diversos bairros de Marialva. O dinheiro será aplicado na recuperação da pavimentação de 40 trechos naquele município. Os recursos fazem parte de um programa do governo que prevê melhorias na pavimentação, construção de centros de educação infantil, praça, barracões industriais, ponte, parque e outros projetos em 24 municípios. Por isso, o total de recursos liberados para esses municípios chega a R$ 24,9 milhões. É desse montante de recursos que Marialva foi beneficiada.
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O Kanarinhus Bar deverá ganhar um sistema acústico. Pelo menos é isso que quer o juiz da 5ª Vara Cível de Maringá, Siladelfo Rodrigues da Silva. A determinação do juiz é que os proprietários do Kanarinhus Bar implementem um sistema acústico naquele estabelecimento comercial. O juiz Siladelfo Rodrigues da Silva ainda determinou que, se não for colocado um sistema acústico no bar, o Kanarinhus deverá ser interditado. A sentença do juiz foi dada em resposta ao pedido feito pela Promotoria de Defesa do Meio Ambiente.
Embora tenha acionado judicialmente apenas o Kanarinhus bar, a promotoria espera que a decisão judicial possa sensibilizar os demais comerciantes da Zona Sete, nas proximidades da Universidade Estadual de Maringá, a desenvolverem projetos para implementação de sistemas acústicos, já que o problema da perturbação de sossego é uma realidade para os moradores da região.
Penso que, apesar da necessidade de que os bares tenham um sistema acústico para preservar o direito dos moradores das proximidades da UEM, a decisão judicial não resolve o problema. Quase todas as festas promovidas pelos estudantes nas proximidades da universidade acontecem nas calçadas. Ou seja, ainda que os bares e lanchonetes tenham um sistema acústico, o barulho vai continuar. Na prática, a medida apenas prejudica os comerciantes, já que não vai impedir que os estudantes continuam livres, leves e soltos, fazendo baderna nas ruas.
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A Universidade Estadual de Maringá tem pronto o projeto para a construção da chamada Casa do Estudante. O assunto é tema de uma matéria no jornal O Diário desta quarta-feira. A idéia é construir um prédio com capacidade para 500 moradores. A proposta arquitetônica está pronta desde fevereiro e prevê que o prédio será erguido dentro do campus universitário. Além de ter lugar para 500 estudantes, o projeto da obra prevê em suas dependências um espaço de convivência para os moradores. Para a construção da Casa do Estudante, a direção da Universidade Estadual de Maringá trabalha agora para captar recursos na ordem de R$ 4 milhões. A moradia para os estudantes é uma reivindicação antiga dos acadêmicos da UEM.
Cá com meus botões, acho a proposta interessante, embora concorde parcialmente com a construção de uma casa para estudantes. Penso que o Estado deve garantir o ensino superior para todos aqueles que quiserem cursar uma faculdade. Entretanto, não vejo como obrigação do Estado dar moradia para quem deixa sua cidade para fazer uma faculdade. Mas, é preciso reconhecer, que se bem regulamentada, a Casa do Estudante pode beneficiar estudantes de origem pobre que não teriam condições de pagar aluguel – ainda que numa república ou pensionato.
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