A superlotação em presídios é uma realidade em todo Paraná. Na região de Maringá, a produção da CBN fez recentemente um levantamento que apontou a gravidade do problema. Não existem minipresídios na região que não estejam superlotados – às vezes, com três ou quatro vezes mais presos que a capacidade desses locais. No minipresídio da 9ª SDP, por exemplo, existem mais de 500 presos e a capacidade é de aproximadamente 160. Por isso, a Justiça decidiu interditar o local, mas, pelo menos por enquanto, a 9ª SDP continua recebendo os presos em flagrante.
Em Curitiba, a situação é semelhante. Mas no distrito policial de Santa Felicidade, a tentativa de evitar uma interdição é, digamos, curiosa. O delegado Rogério Martim de Castro encontrou uma estratégia para ter um resultado maior na transferência de alguns presos. Quando consegue uma transferência, o delegado tenta transferir o preso que é mais gordinho. Com a autoridade de quem tem 140 quilos, o delegado Rogério Martim de Castro afirma que uma pessoa obesa ocupa mais espaço. Desta forma, quando consegue transferir alguém que está acima do peso, o minipresídio ganha mais espaço.
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A situação dos presos em todo o Estado do Paraná, realmente é um “fragelo”, não sómente em nosso Estado, mas também no Brasil. O sistema penitenciário está errado, cometeram uma falha e pagam segundo a lei com a privacidade da liberdade.
Imagine vocês, um cidadão infringe a lei, cometem um mal à sociedade, perfeito, prisão para ele. Agora eu e vocês que somos reféns destes parasitas, somos obrigados à sustenta-los, com custos elevadíssimos, + ou – R$. 1.300,00/mensalmente, pagos com o nosso dinheiro (através do Estado). Coloque este cidadão para trabalhar, pagar pelo que come, trabalhos revertidos para a sociedade refém, que não tem nada com o problema. No presidio, estão estudando a Faculdade e técnica de de roubos, assaltos e matanças, às vezes até Doutorado na área e depois voltam aperfeiçoados com tecnicas perfeitas. Observem os ex-detentos, 80% à 90%, voltm a preticar delitos, conclusão “o crime compensa”.
É como no futebol, um jogador recebe uma falta violenta, o mesmo é retirado de campo para atendimentos, prejudicando o time que sofreu a infração, jogando com 10 jogadores. Em minha opinião deveria penalizar o que cometeu a infração ficando também fora do jogo até que o outro recupere-se. Os presos ficam ociosos, minha mãe me ensinava a ficar sempre ocupado, quando pequeno, pois assim não sobraria tempo e ociosidade para pensar em coisas futeis.
Abraços.
Jaime Altoé.