O colunista de O Diário, Edson Lima, informa que “a prefeitura de Maringá, após cadastrar os flanelinhas, ofereceu cursos de qualificação a todos. Nenhum se inscreveu. Querem continuar extorquindo motoristas”.
A nota do colunista confirma uma discussão que fizemos aqui ainda em fevereiro, quando foi anunciado o projeto. Lembro que até entrevista coletiva foi realizada para divulgar a proposta de dar coletes aos flanelinhas e capacitá-los para tirá-los das ruas. Na ocasião, questionei a eficácia da proposta. Disse aqui que os motoristas de Maringá iriam continuar convivendo com os flanelinhas e tendo de pagar pelos “serviços” prestados por eles para não correr riscos de ter, por exemplo, o carro riscado.
Ainda na época a Gazeta do Povo, numa reportagem de Andye Iore, já mostrava que os flanelinhas cadastrados sinalizavam que não sairiam das ruas. A prefeitura e demais entidades preferiram apostar no projeto e agora nós, proprietários de veículos, vamos continuar convivendo com esse tipo de atividade ilegal e tendo que tolerar os argumentos mentirosos deles de que estão legalizados no município.
Aqui, aqui e aqui estão alguns posts que escrevi, em fevereiro, sobre o assunto.
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Já lhe disse e volto a repetir, se a Prefeitura de Maringá não tomar medidas enérgicas e rápidas, vão sofrer com este problema tal qual o Rio.
Porquê não implementam aí as vendas de tickets de estacionamento com horários e valores definidos?
Isso é bom para a gente que fica livre do contato com eses indivíduos e ótimo para os cofres da Prefeitura?