A Região Metropolitana de Maringá está sendo usada para fins politiqueiros. A afirmação é da coordenadora do Observatório das Metrópoles e doutora em Sociologia Urbana, Ana Lúcia Rodrigues. Em entrevista à CBN Maringá, ela criticou o convite do governo estadual a um político de Paranavaí para ocupar a coordenação da Região Metropolitana de Maringá.
José Augusto Felippe, ex-prefeito daquele município, foi convidado a ocupar o cargo que hoje é de João Ivo Caleffi. Felippe deveria concorrer à prefeitura. Foi tirado do páreo nessa jogada do governo Requião. O argumento é interessante: a RM atenderia 170 municípios, dos quais Paranavaí faz parte. Uma grande balela. Afinal, não é essa a função de uma Região Metropolitana. A RM deveria propor políticas públicas para problemas comuns de Maringá e municípios próximos, como Sarandi, Paiçandu, Marialva.
O que chama ainda mais nossa atenção é o silêncio da classe política diante de tal fato. A Região Metropolitana de Maringá, que ainda não existe na prática, será enterrada de vez se for concretizada a indicação de Felippe. Vale a pena ouvir a entrevista. Aqui.
Arquivado como:Política , região metropolitana de maringá
O Senado Federal liberou de vez a venda de bebidas alcoólicas nas rodovias. O texto aprovado pelos senadores só prevê punições aos motoristas que dirigem bêbados. Nada mais.
Cá com meus botões, até hoje não entendi bem esse assunto. Primeiro, o Congresso proibiu a venda de bebidas alcoólicas. Aí o projeto prejudicava os comerciantes que estão intalados na zona urbana, mas às margens de rodovias. Os deputados mudaram a lei e liberaram a venda nas cidades. Agora, os senadores liberaram geral. Restaram apenas algumas punições aos motoristas embriagados…
Parece-me que deputados e senadores apenas perderam tempo e jogaram nosso dinheiro fora discutindo esse assunto.
Arquivado como:Política, Trânsito , bebidas nas estradas, projeto bebidas, projeto proibe bebidas alcoolicas, venda de bebidas
Ontem, na primeira partida das semifinais da Copa do Brasil, o Botafogo levou a melhor. É verdade que o resultado não foi justo. O Corinthians fez uma boa exibição, venceu o primeiro tempo, levou o gol de empate num penalti muito questionável e o gol da virada, no fim da partida. Na prática, a arbitragem interfiriu no resultado. Mas o que vale mesmo é a vitória e, com isso, o Botafogo tem a vantagem de jogar na próxima semana por um empate. Entretanto, o resultado não pode ser considerado de todo ruim para o Corinthians. Uma vitória simples, de um a zero, garante a classificação do timão à final da Copa do Brasil.
Bem, mas o que não gostei mesmo nessa história toda foi da declaração do técnino Mano Menezes. Por causa das circunstâncias da derrota, o treinador provocou o Botafogo dizendo: “quando um time não ganha há muito tempo, começa a dar peninha”. A declaração foi feita também em função da arbitragem. Sinceramente, pareceu-me arrogante. O técnico tem direito de questionar a arbitragem e até o comportamento do time rival, mas não cai bem usar esse tipo de ironia.
Arquivado como:Esporte , botafogo vence o corinthians, copa do brasil, derrota do corinthians, futebol, mano menezes, vitória do botafogo
Uma ótima reportagem de Everton Barbosa revela o que pensa a presidência da Câmara de Sarandi. Naquela cidade foi aprovado um reajuste para os vereadores, prefeito e vice. A justificativa, no caso dos parlamentares, foi muito clara e direta: gasta-se muito do salário com assistencialismo. O presidente do Legislativo revelou que até festinhas são pagas por vereadores. É mole? Bem, a gente sabe que é assim mesmo. Geralmente, os vereadores não confirmam a prática de assistencialismo. Mas ela é real. E é mantida porque resulta em votos.
Arquivado como:Política , assistencialismo vereadores, câmara, vereadores
Nesta quarta-feira, estou me sentindo um pouco melhor. O corpo está quase livre daquelas sensações desagradáveis de um gripe ou outro mal qualquer (afinal, não fui ao médico para ter o diagnóstico). Entretanto, estou praticamente sem voz. É o meu principal instrumento de trabalho, por isso mesmo torna-se sofrível o desafio de apresentar o jornal na CBN e ainda dar aulas…
Arquivado como:Diário , dor de garganta, gripe, infecção de garganta, resfriado
Vamos às manchetes dos jornais de Maringá em circulação nesta quarta-feira:
- Empregos: saldo positivo dispara na cidade
O destaque do jornal O Diário de hoje é a geração de empregos em Maringá. Com base nos dados do Ministério do Trabalho, a reportagem revela que de janeiro a abril foram gerados 5.008 empregos com carteira assinada. O Diário ressalta que, durante os 12 meses do ano passado, foram abertas 5.907 vagas. A reportagem revela que o setor de serviços é responsável por quase a metade das oportunidades de emprego em Maringá.
- Imposto cai, preço do pãozinho não
O Hoje Notícias destaca que o governo federal até tentou influenciar no preço no pãozinho, mas não conseguiu. A reportagem mostra que o governo federal aliviou a carga tributária sobre o trigo com o objetivo de derrubar o custo do pão francês, entretanto o preço da farinha não caiu e, consequentemente, o pãozinho continua sendo vendido com preços altos, puxando pra cima a inflação.
- Administração entrega Pronto Atendimento Zona Norte
A manchete do Jornal do Povo fala da inauguração, nesta quarta-feira, da nova estrutura de atendimento em urgência e emergência adulto e infantil, no jardim Alvorada. O Pronto Atendimento Zona Norte e o Pronto Atendimento à Criança serão entregues à comunidade hoje à noite, às 19h.
Arquivado como:Sites de Notícias , manchetes de jornais, maringá, notícias, notícias de maringá
Como a CBN Maringá divulga diariamente os preços dos combustíveis, desde ontem notamos preços diferenciados nos postos de combustíveis. A gasolina e o álcool estão mais baratos – em média, R$ 2,29 e R$ 1,29. A redução, segundo informa um email do dono do Posto Sophia, deve-se a um desentendimento entre alguns donos de postos. Sem acordo, resolveram partir para a briga de preços impactando nas bombas de todos os postos. Bem, se é verdade, não sei. Sei apenas que o alinhamento de preços em Maringá é assustador. E nós, consumidores, é quem pagamos a conta.
PS- Ontem, no Mais Maringá, eu e o Gilson Aguiar discutimos esse tema. Caso queira ouvir, clique aqui.
Arquivado como:Economia , alinhamento de preços, cartel dos combustíveis, combustíveis, maringá
Comentários