O time equatoriano fez bonito na primeira partida da final da Libertadores. O Fluminense venceu o Boca Juniors, pela semifinal, e acreditou que já tinha conquistado o título. Faltou aprender com o Flamengo. No futebol, como dizem por aí, o título se conquista após o apito final do arbitro. O Fluminense esqueceu desse pequeno detalhe.
Torcedores, jogadores e comissão técnica – incluindo aqui o técnico Renato Gaúcho – estavam confiantes demais. Acreditar é importante, mas desprezar o adversário é um erro que este esporte não perdoa.
A história recente prova isto. Flamengo e Boca Juniors foram eliminados pela presunção. O Flamengo acreditou que os 4 a 2 sobre o América do México, fora de casa, garantiam a classificação ao time. O América virou, em pleno Maracanã, e derrubou o Flamengo por 3 a 0. Já o Boca Juniors ignorou o Fluminense e acreditou em duas vitórias – uma na Argentina e outra no Brasil. Não venceu nenhuma partida.
O Fluminense fez tudo certo até as semifinais. Mas colocou um belo salto alto e foi para o Equador. Agora está voltando pra casa com o dever de ganhar por dois gols de diferença para levar a decisão para uma prorrogação. Impossível? Claro que não. Mas o que parecia fácil se tornou bastante difícil.
Na noite desta quarta-feira, o Fluminense foi medíocre. Embora seja melhor que a LDU, foi derrotado pelo maior adversário das equipes de futebol: a falta de humildade e respeito ao adversário. O time, digamos, estava se achando – semelhante ao habitual comportamento de Renato Gaúcho. Ferrou-se. Placar: 4 a 2.
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[...] justo sim. Ninguém pode esquecer da presunção do Fluminense quando deixou o Brasil para fazer a primeira partida contra a LDU. O time brasileiro tinha certeza que o título havia sido conquistado na eliminação [...]