Soube da morte do Foguinho na noite de sexta-feira. Minha amiga Elci Nakamura fez a gentileza de ligar não apenas para mim, mas para muitos outros que o conheciam. Embora não tivesse amizade com o cinegrafista, tive alguns contatos com ele que me fizeram aprender a respeitá-lo e admirá-lo. Era um tremendo profissional. Além de competente, tinha um jeito especial para lidar com quem precisasse de seus serviços. Sinceramente, lamentei a morte dele. Ainda que não tenha sido uma pessoa de meu convívio, penso que ele se foi cedo demais. O sentimento demonstrado por muitos amigos reforça o bom caráter do Foguinho. Ou seja, é mais um dos bons que desce ao pó. Mas algo nos conforta… Foguinho também acreditava que esta vida é passageira e que existe algo além daqui. E para estas pessoas existe um trecho bíblico que fala muito sobre como devemos viver:
De fato, nós sabemos que, quando for destruída esta barraca em que vivemos, que é o nosso corpo aqui na terra, Deus nos dará, para morarmos nela, uma casa no céu. Essa casa não foi feita por mãos humanos; foi Deus quem a fez, e ela durará para sempre (2 Cor. 5:1).
A foto foi feita por Bruna Moreschi.
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Com muito pesar fiquei sabendo hoje (22-08)do falecimento da pessoa que me pôs no mercado de tv.
Considero esta pessoa com o meu pai na comunicação.
Uma pessoa da minha mais alta consideração não só como profissional mas como pessoa.
Sinto muito.