Aos poucos, o clima eleitoral vai aumentando. Para nós, jornalistas, o maior desafio é ser paciente. Isto, porque candidatos e aliados têm mania de perseguição. Eles sempre acham que na redação de um veículo de comunicação existem pessoas ocupadas em elaborar estratégias a fim de prejudicá-los em benefício de outros. Uma grande bobagem. A loucura do dia-a-dia de um jornalista mal permite que ele avalie o trabalho desempenhado. Ainda assim, todo e qualquer argumento usado com as coordenações das campanhas é inútil. Esse pessoal sempre vai achar que algo está sendo tramado para beneficiar o adversário. Faz parte do processo democrático. E, quanto a nós, o negócio é respirar fundo, contar até 10 e seguir adiante. Nosso papel é informar. E entre acertos e erros, ter sempre a convicção de que se procurou fazer o que é certo.
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