É o que a gente pode dizer, se os cortes de CCs na Câmara de Maringá ficarem em apenas 23, como aponta O Diário. Há espaço para uma redução mais ampla. Se a reforma for tímida, certamente o Legislativo estará abrindo mão de responder uma demanda da sociedade maringaense.
É preciso ressaltar que, mesmo antes desse anúncio oficial do relatório da comissão que estudou os cortes na Câmara, já é possível perceber que os trabalhos realizados ao longo dos últimos 90 dias são passíveis de questionamento.
Exemplo: o tempo e o método utilizado para a realização desse estudo. Foram 90 dias. Tempo demais para Câmara de menos. No Senado, um estudo muito mais amplo será comandado pela Fundação Getúlio Vargas. A FGV terá 30 dias para propor uma reforma radical.
Quanto ao método, nota-se que o objetivo não ficou restrito aos cortes. Os interesses de parlamentares poderão ser respeitados. E faltou transparência. Até vereadores, (que estavam fora da comissão) que quiseram ter acesso as prévias do relatório, não puderam vê-lo.
Atualizado: O corte será de 22 cargos de confiança. Dos 78, restarão 56 CCs. E a comissão vai propor concurso para a contratação de 23 pessoas.
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E os CCs do executivo? Todos são necessários?