Por causa do requerimento de Paulo Sony, um bate-boca se instalou na Câmara de Maringá. A sessão mal tinha iniciado, nenhum projeto tinha sido analisado, e os ânimos já estavam quentes.
Todo vereador queria fazer uso da palavra. Afinal, em discussão estavam os gastos e economias da Câmara. Além da suposta acusação que alguns vereadores estão mal informados e interessados em colocar a sociedade contra o Legislativo local. No meio do incêndio, o presidente Mário Hossokawa tentava controlar o “fogo” e os “questão de ordem”.
Quando a coisa parecia ficar sem controle, John pediu a palavra. A bronca foi direta ao presidente Hossokawa e aos colegas. Ele lembrou o que determina o regimento interno, disse que o expediente (questão de ordem) não deveria estar sendo utilizado naquele momento, e que já era 16h45 e nenhum projeto havia sido analisado.
A “dura” silenciou todo mundo. Hossokawa se apressou a colocar o primeiro item em votação e os dois primeiros projetos sequer tiveram vereadores inscritos para usarem a tribuna.
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