Veja: – Michael Jackson: 1958-2009. A capa da revista Veja desta semana traz apenas um destaque: a morte de Michael Jackson. A música popular americana deu origem a três ídolos incontestáveis no século passado. Frank Sinatra foi… Frank Sinatra. Elvis Presley foi a cintura e o topete do rock. Michael Jackson, o terceiro, inventou a música pop – e não há exagero nessa afirmação. Segundo a reportagem, ele derrubou uma das últimas barreiras que restavam entre brancos e negros nos Estados Unidos, desde o movimento dos direitos civis nos anos 60. Ainda nesta edição, os escândalos do Senado não param de crescer. Com ascensorista ganhando mais do que presidente da República, decisões tomadas por atos clandestinos e multiplicação de mordomias, o Senado vê sua credibilidade ser corroída em uma crise histórica. A Veja também traz uma reportagem sobre vaidade na infância. Tem crianças de nove anos frequentando Spa´s. E com 18, aplicando botox. Elas também mudam o formato dos dentes, fazem drenagem linfática e até se internam em spa para perder peso.
Época: Michael Jackson: 1958-2009. O tema principal da revista também é a morte do cantor americano. Mas a revista destaca outros assuntos. Na Época, a beleza sem retoque. Fotógrafo alemão lança um movimento contra os excessos de manipulação de imagens e em defesa das mulheres reais. Modelos como Isabeli Fontana e Luiza Brunet aderiram. E um especial sobre tecnologia. Segundo a Época, a tecnologia ficou invisível. Num futuro próximo, os aparelhos eletrônicos serão embutidos em roupas e objetos. Estarão até dentro de nós. Alguns facilitarão nossa vida. Outros vão espreitar nossos movimentos. Na edição, o depoimento Marília de Camargo César. A jornalista diz: “Há abusos em nome de Deus”. Ela relata os danos do assédio espiritual cometido por líderes evangélicos.
Isto É: – As várias vidas de Michael Jackson. Trinta páginas sobre o ídolo pop. Os últimos momentos. O apogeu e a decadência. O reino do mito. O estilo mutante. As doenças. As mulheres e a família. E por que ele foi um artista revolucionário. Sobre a crise do Senado, a Isto revela a conta de mentiroso feita por Heráclito Fortes. O Senado divulgou 663 atos secretos, mas escondeu outros 737, inclusive aqueles em que aprovou gastos de R$ 700 mil do Senado. Na edição, a guerra das tevês. Os bastidores das contratações milionárias das estrelas da tevê que agitam as emissoras brasileiras.
Carta Capital: – O Senado acoelhado. Como o esquema de benesses de Agaciel Maia acovarda os parlamentares. Ainda na edição, um ensaio sobre a fraude, por Mino Carta, e a salvação do juiz Mazloum. E uma entrevista com o senador Aloizio Mercadante. O assunto é o projeto lei sobre crimes digitais. Mercadante diz que o projeto de lei sobre crimes digitais deve ser mais discutido: “É preciso dialogar com os internautas, com as entidades”.
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