Duas semanas atrás publiquei por aqui um post com reflexão baseada numa reportagem da Época. O título era “ser bi está na moda“. Nele, falei sobre a bissexualidade e, principalmente, o anúncio público desta “liberdade” sexual por mulheres famosas como estratégia de marketing e promoção pessoal.
Mas não são apenas as “famosas” que se dizem bissexuais para atrair os holofotes. A publicidade também tem feito isto. Na verdade, a publicidade, hoje, parece apenas saber trabalhar com apelos sexuais – sejam eles de quaisquer natureza.
Minha amiga carioca Beth Q fez uma breve reflexão sobre esse apelo agressivo da publicidade tendo como base a nova campanha da Arezzo (entra no ar ainda este mês). Leia um trecho:
- Fiquei decepcionada com o que vi e digo mesmo que até me antipatizei agora em comprar sapatos ou bolsas na Arezzo. Não vi nexo nenhum em mostrar duas mulheres simulando atitudes lésbicas numa piscina – cadê os sapatos e bolsas?
A Beth é clara: não se trata de preconceito:
- não tô nem aí para a opção sexual de cada um, mas assim como religião, sexo não pode ser imposto.
E ela continua:
- num país como o Brasil que tem a valorização do sexo já tão exacerbada e que faz com que, nós, mulheres brasileiras, paguemos caro com o preconceito em relação a nossa imagem no exterior, é necessário mais essa e a Arezzo também precisa de tanto erotismo para vender seu produto?
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Comentei errado novamente.
Ronaldo não é por nada mas o link para comentário está um pouco mal colocado. Eu colocaria abaixo da linha, ao invés de ser ao lado. Ou então ligar o comentário ao post acima e não abaixo. abs.
O problema é que o template é do WordPress. E não consigo alterá-lo.