É o que aponta um estudo divulgado nessa segunda-feira pela Escola de Saúde Pública de Yale (EUA).
Estatisticamente, são duas vezes mais chance de se envolverem em atividades criminosas e 50% a mais de se envolverem com drogas.
Os dados são preocupantes. Por duas razões. Primeiro, porque sabemos que nem todas crianças hiperativas ou com déficit de atenção recebem tratamento adequado. Logo, possuem chances concretas de entrarem para essas estatísticas negativas.
Segundo, essa garotada não tem culpa de ter nascido com o transtorno, mas são rotuladas pelo problema que enfrentam. Com os resultados desse estudo, ganham um novo rótulo: o de potenciais criminosos, drogados, traficantes.
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