Por que planejamos tanto o futuro ignorando o presente? Nosso hoje é o amanhã de ontem. Ontem, pensávamos no que faríamos hoje. E agora desprezamos o hoje, porque estamos ocupados demais com o amanhã. Assim vivemos dia após dia abdicando da vida e do que de melhor ela nos proporciona.
Gostamos da vida, mas sempre achamos que o melhor ainda está por vir. Às vezes me pego projetando como serão meus dias quando aposentar. Imagino o que vou fazer. Penso na possibilidade de dormir até mais tarde, descansar após o almoço, encontrar amigos, ter mais tempo para ler, escrever… Quem sabe até o livro que alguns amigos andam sugerindo.
São planos, projetos. Não significa que a vida hoje seja ruim. Pelo contrário. Tem momentos maravilhosos. Mas o que está nos sonhos parece mais encantador.
Talvez você não pense tão distante como eu… Afinal, minha aposentadoria – se é que algum dia tenha coragem, de fato, de parar de trabalhar – está para daqui 25, 30 anos. Mas creio que também tem planos. Todos nós temos.
Meus filhos têm os deles. Sonham ser adultos. Acham que ser adulto é o máximo. Vão poder assistir os filmes que desejam, sair com os amigos, dirigir o próprio carro, terão a própria casa e não serão cobrados pelas toalhas que esquecem sobre a cama e nem pelos brinquedos espalhados pelo chão. Ah… e nem escutarão mais a mãe pedir que ajudem a lavar e secar as louças.
Essas pequenas coisas que hoje não incomodam os adultos parecem um peso na infância. Por isso, as crianças vêem o universo adulto com uma certa inveja. Eles querem conquistar o direito de tomarem as próprias decisões, almejam o dia em que serão livres. Liberdade que desconhecem. Mas que faz parte do imaginário infantil.
Hoje, muitos de nós gostaríamos de retornar aos nossos primeiros anos de vida. Naquele tempo não nos ocupávamos das responsabilidades que agora temos. Quando olhamos para trás tudo parece muito simples. Tínhamos, inclusive, alguém que decidia por nós. Sentíamo-nos seguros. Errar poderia custar alguma repreensão – quem sabe até umas palmadas -, mas nunca perdíamos tanto. Sempre havia alguém para ajuntar os “cacos”.
Quando me pego olhando demais para o amanhã, idealizando o futuro, procuro exercitar a razão. Confesso que não é fácil. Porém, tento recordar da infância e ver que no passado também plantei muitos sonhos. Projetei os dias de hoje. Acreditava que eles seriam os melhores da minha vida. Por isso, não posso perder a oportunidade. Se deixá-los escapar, meus dias terão passado vazios.
O hoje é o único momento que verdadeiramente me pertence. A infância, a adolescência, a juventude são lembranças; também não podem ser alcançadas. E o futuro… Ah, o futuro só será realmente bom se souber aproveitar o aqui e agora. Do contrário, viverei de lembranças e com as culpas de ter deixado a vida passar.
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Acredito nisso. Defendo, inclusive, que a criança não deve ser levada para a escola antes dos seis anos. Claro, há situações que carecem da exceção. Também entendo que a agenda da criança não deve ser lotada por outras atividades – inglês, natação, judô etc etc – como fazem muitos por aí. A melhor proposta ainda é garantir educação em meio período – preferencialmente pela manhã – e, no outro, permitir que o filho brinque à vontade.
Estamos “bem” de ministro do Meio Ambiente. O polêmico Carlos Minc segue aprontando. Domingo, com pinta de chapadão, defendeu a liberação da maconha. Subiu ao palco durante um show da banda de reggae Tribo de Jah e gritou: “vamos defender a maconha”. Tudo bem… É direito dele. Mas Minc anda reforçando
Roger Abdelmassih era o médico das estrelas. Um homem conceituado. Amigo de Roberto Carlos, Hebe Camargo, Pelé; responsável pelo atendimento de gente do nível do ex-presidente Fernando Collor de Mello e a mulher, Caroline; Carlos Alberto de Nóbrega e Andréa; Moacir Franco e Daniela; o apresentador Gugu Libertado e a mãe de seus filhos, Rose. A lista é extensa. São mais de 7 mil bebês que vieram ao mundo por meio dos trabalhos realizados na clínica do especialista.
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