Blog do Ronaldo

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Um espaço de reflexão pessoal sobre a vida e a sociedade

Ministro quer criar “Bolsa Celular”

É festa… O ministro Hélio Costa quer distribuir celular de graça. A ideia é dar 11 milhões de aparelhos. O “Bolsa Celular” custaria aos cofres públicos R$ 2 bilhões. As empresas cederiam os aparelhos e, durante dois anos, deixariam de recolher o Fistel – Fundo de Fiscalização das Telecomunicações – sobre esses telefones.

PS- Hélio Costa é ministro das Comunicações, mas é pré-candidato ao governo de Minas Gerais.

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Perdemos o controle sobre nossa privacidade

Já escrevi aqui no blog algumas vezes sobre os riscos da exposição da intimidade na rede. Pontuei, por exemplo, que com as novas ferramentas tecnológicas perdemos o direito de privacidade. Qualquer pessoa pode ter suas imagens divulgadas na internet. E tudo sem autorização.

A jornalista Rosana Hermann conta uma situação envolvendo os filhos do casal de celebridades Luciano Huck e Angélica. A autora das fotos e da divulgação na rede provavelmente não fez por má intenção, mas constrangeu os pais das crianças.

Por situações como essa, volto a dizer: acabou a privacidade. É preciso ter todo cuidado do mundo. Aquilo que se fala ou faz pode virar “notícia” – seja em imagens, vídeos, sons ou apenas textos.

Claro, ninguém consegue se policiar o tempo todo. E descontextualizado, um único momento pode criar um tremendo transtorno.

Em festas privadas, por exemplo, o que fazer? Já pensou proibir todo mundo de fotografar, filmar? Tornou-se a coisa mais comum do mundo ter uma câmera nas mãos. Ontem, por exemplo, assistia na igreja a apresentação do coral infantil. Vários pais fotografavam, filmavam tudo. Meus filhos estavam lá. Que controle tenho sobre as imagens deles?

Em festinhas de criança, 15 anos, casamentos etc não é apenas o pessoal contratado que registra as imagens. Amigos, parentes, conhecidos clicam cada cena. E depois “sobem” os vídeos e fotografias para o orkut, youtube, facebook, twitpic etc. Ah… e ninguém pergunta: posso colocar suas fotos no meu orkut?

Quando você descobre, todo mundo já viu e comentou. Você foi o último a saber…

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Iphone vai interpretar choro do bêbe

Danou-se… Um aplicativo para o Iphone promete fazer o que muitos pais não conseguem. Interpretar o choro da criança. E isto em apenas 10 segundos. Os criadores do aplicativo dizem que o choro do bebê é universal. São cinco apenas. Fome, sono, chateado, estressado ou incomodado. O “tradutor de choro” ainda deve dar dicas de como atender às necessidades das crianças.

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Acordo permite corte de internet, sem aviso prévio ao usuário

A União Europeia aprovou acordo que permite que a internet de usuário seja cortada sem aviso prévio. Embora alegue isto só será feito após investigação justa e imparcial, o acordo não é claro em que situações o cidadão poderá perder o serviço de acesso à internet. Fiquei com a impressão que a medida poderá permitir abusos, violar os direitos do cidadão.

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Dependentes da internet

O uso da internet tem sido um tema recorrente em nosso blog. Contudo, quero voltar ao tema.

Relendo algumas reportagens antigas da revista Isto É, encontrei, na edição do dia 15 de agosto (2008), um tema que quero compartilhar. Trata-se de uma iniciativa do Hospital das Clínicas de São Paulo. O hospital lançou um novo serviço: um programa de atendimento aos usuários com dependência de internet.

Isso mesmo. A internet que informa, a internet que diverte, a internet que possibilita uma comunicação rápida e fácil é a mesma que tem tornado milhares de pessoas viciadas.

Para se ter uma idéia, calcula-se que 10% daqueles que usam a rede já estejam dependentes. Essas pessoas não conseguem passar um único dia longe da tela do computador.

De alguma forma, identifico-me com este público. Às vezes me pego navegando, navegando… Saindo do nada e indo pro lugar nenhum. Coisa de louco mesmo.

Entretanto, um fato que preocupa é que parte significativa desses dependentes é formada por adolescentes e jovens. Ou seja, quanto mais jovem maior é o risco de se tornar um viciado em internet.

Deve-se ainda considerar que, para esse público, a internet já é a principal fonte de entretenimento.

Existem algumas características que identificam o vício. Entre elas, o tempo que se passa navegando. Quanto mais, maior é a dependência. Por outro lado, o viciado também pode ser identificado quando não consegue estar satisfeito se for afastado ou tiver que passar um único dia longe do computador.

Caro amigo, o assunto pode até parecer bobagem para você. Mas quero dizer que a situação é muito mais preocupante do que você pensa. O serviço de atendimento do Hospital das Clínicas de São Paulo não surgiu por um preciosismo da direção daquela instituição. O hospital criou esse programa por que existem milhares de pais que já não sabem o que fazer para tirar os filhos da frente do computador. Tem adolescente ficando até 40 horas ininterruptas conectado na internet.

E pior é que o vício começa sem que a pessoa perceba… O que hoje parece normal, amanhã pode ser um quadro de dependência psicológica.

O assunto é mesmo sério. Semelhante a textos anteriores, não quero aqui ser o chato que diz para você ficar longe da internet. De jeito nenhum. Também uso a rede, gosto de navegar, pesquiso informações diversas, leio notícias, tenho blog pessoal, twitter, perfil no orkut, facebook, enfim, uso muito a internet. Mas procuro usá-la a meu favor. No entanto, é preciso reconhecer que o mundo digital esconde riscos.

No mundo contemporâneo, não apenas vícios como bebida, cigarro e outras drogas são capazes de tornar as pessoas dependentes. A internet também vicia. E pior que isso. A rede tem tirado muita gente da sintonia com o mundo real. Alguns chegam ao ponto de se tornarem incapazes de manter um diálogo olho no olho. Por fim, vale acrescentar que dependentes de internet têm se tornado pessoas irritadas e frequentemente sofrem com quadros de depressão.

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Novas mídias, uma outra exclusão

Estamos sofrendo interferência direta das novas tecnologias. As mídias tradicionais estão sob intensa pressão para se adequarem a uma nova realidade. Adaptar-se é palavra de ordem.

Entretanto, toda vez que acompanho essas discussões tenho impressão que, no Brasil, estamos aumentando o abismo entre as classes. Afinal, os especialistas apontam que o futuro da comunicação passa pelo celular e pela internet. Entretanto, esses serviços ainda são caríssimos por aqui. Quem terá acesso? Basta fazer as contas. A gente conclui rapidinho que um universo imenso de pessoas vai continuar de fora.

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Acesso de TV a cabo pela telefonia fixa

Poderemos contratar o serviço de teve a cabo direto das empresas de telefonia fixa. Pelo menos é isto que prevê um projeto em tramitação na Câmara. A ideia é garantir a transmissão do sinal de emissoras de tevê também pelos cabos de telefonia. Isto garantiria maior oferta e custo menor. Uma ótima notícia. Outra proposta é que se valorize a produção nacional. O pacote deverá ter pelo menos 50% de conteúdo brasileiro.

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Sem conexão com o Twitter

Já viciado no twitter, estou aqui me sentindo meio “sem pai, nem mãe”. O twitter é a maior novidade da internet nos últimos anos, mas dá muito pau. Não é confiável.

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A infelicidade de ser um anônimo

A sempre ótima Rosana Hermann publicou um texto que faço questão de reproduzir parcialmente. Ela trata de algo sobre o qual vez ou outra reflito aqui: a crítica, a ofensa, o anonimato na rede.

Na ânsia de atrapalhar, ofender, criticar, há quem gaste tempo e energia não apenas à toa mas de forma totalmente burra. Eu acho que a ira emburrece o ser humano. Deixa a pessoa tapada, sem capacidade de raciocinar.

Dá pra acreditar que alguém se dê ao trabalho de usar um perfil inativo, vazio, só para postar uma farpa contra a outra? É muita dor, muita infelicidade. Uma alma encarcerada, que não consegue nem dizer uma linha por si mesmo, usando sua cara e seu nome.

Eu já senti muita raiva. Hoje eu sinto pena. E dou graças por não ser assim. E, se me reconheço neste triste gesto, se me lembro de algum dia ter pensado em fazer algo semelhante, me acaricio com compaixão e me perdôo. Porque ninguém pode ser culpado de se sentir infeliz.

Tenho comigo que alguém que se presta a esse tipo de serviço só pode mesmo ser muito infeliz. Afinal, nem dono de seus pensamentos ele pode ser. Não assinar, esconder-se, apresentar-se como outro é o mesmo que não existir. É uma agressão ao próprio ego.

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A experiência de transmitir pela web

A sensação é diferente… Transmitir um jornal exclusivamente na internet é algo novo pra mim. Um problema ocorrido no transmissor da CBN Maringá nos tirou do ar. Optamos por fazer o jornal pela internet. Claro, o público é muito menor. Mas algumas pessoas estão nos ouvindo.

Lembrei de um vídeo recente que mostrei aos meus alunos. Tratava-se de um documentário sobre emissoras que transmitem exclusivamente pela internet. E com sucesso.

Entendo que esta é uma tendência. Sem necessidade de concessão pública, burocracia etc, as rádios pela web garantem um novo espaço de informação. Democratização da notícia? Nem tanto. Mas um canal alternativo, autêntico, de se fazer comunicação.

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As voltas que um texto dá

Fico impressionado com as possibilidades da criação literária. Claro, não faço literatura. Mas me sinto meio escritor por aqui. Às vezes, começo um texto visando escrever algo definido previamente. Minutos depois, ganha um rumo totalmente diferente.

Exemplo disto é o post abaixo. Ao iniciá-lo, pretendia falar sobre as surpresas que tenho resultantes da produção deste blog. Não são raros os depoimentos que recebo de pessoas que chegaram a esta página depois de uma pesquisa sobre um assunto qualquer. Como vários temas estão arquivados, tem conteúdo para “todos os gostos” (um exagero, confesso).

Hoje, uma amiga me abordou só para contar que chegou ao blog pelo Google. Estava pesquisando a respeito de discriminação, racismo etc e encontrou um texto meu. Fiquei feliz e surpreso. Não lembrava ter escrito nada a respeito do assunto. Mas está no arquivo. Fantástico!

Na verdade, às vezes sonho em organizar todo esse material. Não necessariamente para publicá-lo. Apenas para ter ideia daquilo que já falei, comentei. Descobrir o que há de relevante, descartável. Também para aprender com os erros e acertos. Mas esbarro na falta de tempo – e até de disposição (é muito material; são cinco blogs diferentes e só aqui temos mais de 4 mil posts).

PS- Ah… e quanto as voltas que um texto dá, também tinha intenção de colocar no post outra questão… Queria dizer que, com essas mil e uma possibilidades proporcionadas pelas novas tecnologias, também estamos no Facebook. E tudo que publicamos aqui, ganha um link no Twitter; e o que sai no Twitter aparece, simultaneamente, no Facebook.

Está dito. Não da maneira que pretendia. Mas tudo bem…

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Imagens construídas pela rede

Ainda me assusto com as possibilidades criadas pelas novas tecnologias. Pela tela do computador, estamos em todos lugares ao mesmo tempo. Pelas suas teclas, escrevemos, publicamos fotos, sons, vídeos… E perdemos o controle daquilo que, originalmente, era só nosso.

Nossas opiniões tornam-se conhecidas, aplaudidas, comentadas, questionadas, criticadas. Tornamo-nos amigos, inimigos de gente que nunca vimos. O que publicamos na rede nos promove ou pode servir até para um linchamento virtual – mas que geralmente se transfere para a vida real. Quem nos segue projeta uma imagem a partir daquilo que vê ou lê sobre nós ou publicado por nós.

Isto é bom ou ruim? Não há resposta simples para tal pergunta. Mas numa tentativa de resumi-la, poderíamos dizer que, se nem mesmo a convivência por anos permite que conheçamos de verdade uma pessoa, como alguém poderia se tornar conhecido apenas pelo contato que mantemos pela rede? É impossível.

A internet possibilita apenas a construção de imagem. Quase sempre, estereotipada. É mais ou menos como acontecia – e ainda acontece – na relação do público com um locutor de rádio. Ao ouvir a voz, a pessoa cria uma imagem do comunicador. Quando vê pessoalmente – ou por uma foto -, sempre se surpreende.

Por isso, entendo que esse universo cheio de possibilidades também traz tantos riscos. Um deles é o do julgamento precipitado, maldoso, intolerante.

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Jovens admitem dependência da internet

O estudo não aponta a nossa realidade, mas revela que é crescente a dependência que temos da internet. Na Inglaterra, uma pesquisa apontou que 75% dos jovens admitem que não vivem sem internet. O grupo pesquisado tinha entre 16 e 24 anos. Também é curioso notar que 45% deles disseram que são mais felizes quando estão online.

Cá com meus botões, entendo que tal realidade não tem volta. Somos dependentes da rede. Alguns de nós passamos seis, oito horas por dia diante de um computador – e conectados à rede. Mas entendo que precisamos cuidar para que essa dependência não se torne doentia. Afinal, já tem gente que não consegue mais se relacionar pessoalmente, apenas no universo virtual. E esta é apenas uma das consequências negativas das nossas intensas atividades em rede.

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Vereadores querem ter controle de usuários de lan houses

São raros os projetos relevantes discutidos na Câmara de Maringá. Ontem, porém, tivemos uma iniciativa elogiável. Os vereadores Mário Hossokawa e Carlos Eduardo Sabóia propuseram o controle dos usuários de lan houses. Quem for a esses locais, deverá portar documentos e fornecer todos os dados ao estabelecimento. Os parlamentares visam coibir os crimes na rede, muitos deles cometidos por anônimos em blogs.

A iniciativa é interessante. Não apenas por causa da difamação. Também em função de outros crimes na rede. Por exemplo, a pedofilia.

O desafio é fiscalizar o processo. Criar a lei é simples. Bota-se no papel uma série de regras, aprova-se, sanciona-se. E daí?

A gente sabe que muitas dessas lan houses funcionam de maneira precária, desprovidas de qualquer organização. É difícil crer que conseguirão dar conta do que prevê o projeto. Mas ainda assim é uma iniciativa… Vamos aguardar seus efeitos práticos.

PS- Vale lembrar que a Assembleia Legislativa aprovou projeto semelhante. E ainda mais amplo. Veja aqui.

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Os sem internet: eles são 76%

Os dados do Pnad apresentaram um importante retrato do Brasil. Um aspecto me chamou a atenção: a quantidade de residências ligadas à internet. Cerca de 24% tem acesso à rede.

O número pode parecer significativo. Entretanto, analisado, revela o tamanho da desigualdade neste país. Basta invertermos… Poderíamos dizer que 76% das residências não estão ligadas à internet.

Isto coloca parte significativa dessa população numa espécie de ilha. Estão na contramão na onda tecnológica. Embora muitos acessem através de lan houses, no trabalho etc, quantas outras sequer conhecem ferramentas tão “básicas” hoje como os blogs, twitter, orkut, facebook etc?

Por isso, sempre digo aos meus alunos: a internet no Brasil ainda está distante de representar a democratização do acesso e da produção de informação.

PS- Vale dizer que 95% das residências brasileiras têm televisão.

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Nós, a informação, o papel, a leitura

Duas semanas atrás, discuti com meus alunos sobre saturação. Baseado no conceito formulado por Edgar Morin no início dos anos de 1980, Malena Segura Contrera fala que, para atender ao mercado de consumo, a informação foi transformada no principal produto da era das tecnologias virtuais.

Lembrei da discussão hoje por causa de um post publicado no GigaBlog. A página de tecnologia trouxe um cálculo feito pelo site Creative Cloud. A proposta era identificar o volume de informações disponível na internet e qual seria a dimensão deste conteúdo se fosse impresso.

A conclusão é assustadora. Seriam gastos 45 milhões de cartuchos de impressora. Ao todo, 500 mil litros de tinta. Para reunir todas informações num único livro, este pesaria 500 toneladas.

E mais… Numa impressora comum, seriam precisos mais 3,8 mil anos para colocar tudo no papel e mais de 57 mil anos para ler, sem interrupções. Ah… e 40 mil árvores teriam que ser cortadas e transformadas em papel.

Isso ajuda a sustentar a tese de Morin. Ainda na década de 1980, o pensador já falava da saturação da informação. Hoje, com as novas tecnologias, se produz muito mais conteúdo. Quase sempre, descartável. Há um excesso de informações. Por outro lado, falta conhecimento.

Na verdade, a lógica econômica é de incentivo ao giro da mercadoria. No caso, a notícia, a informação. Por isso, não está interessada na qualidade. O que importa é a quantidade; fornecer cada vez mais produtos, numa grande velocidade, a fim de que o consumo também seja rápido.

É impossível dar conta das informações disponíveis. Ninguém consegue digeri-las. Não dá para refletir. Isso sugere que há necessidade de filtrar. Saber selecionar o que se lê, vê ou ouve é o que diferencia as pessoas com conhecimento das ignorantes.

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Twitter abre espaço para publicidade

Para se manter gratuito, e aproveitando o sucesso na rede, o Twitter ganhou novas regras. Mais flexíveis. O serviço terá espaço para publicidade. Anunciantes poderão ter acesso aos mais de 45 milhões de usuários do Twitter. A autorização para publicidade visa torná-lo viável economicamente. Além de permitir a ampliação do serviço.

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Os riscos da intimidade na rede – II

Dia desses escrevi aqui sobre os riscos da divulgação de nossa intimidade na internet. O assunto é mesmo sério, complexo. Afinal, ninguém está isento de se tornar vítima na rede mundial de computadores. Dependendo da situação, há risco inclusive de desmoralização. Não há privacidade. Famosos e não famosos, gente importante ou anônima podem ter suas histórias exploradas na rede.

Tempos atrás uma mulher fez uma fotografia da família. Nada demais. Apenas uma bela imagem. Ela colocou numa das redes sociais. A imagem estava aberta. Qualquer pessoa podia vê-la. Meses depois, essa senhora fez uma viagem. Foi até outro país. Enquanto fazia compras num supermercado foi surpreendida… Encontrou a foto da família dela no anúncio de um produto.

Felizmente, foi algo sem grandes consequências. Embora o uso da foto, sem autorização, seja passível de uma discussão judicial – com direito à indenização -, essa mulher não sofreu perdas. A família não sofreu uma exposição vergonhosa.

Mas nem todos os desfechos são semelhantes. Talvez você até conheça história de famosos brasileiros que já tiveram suas fotos usadas, criminosamente, em materiais de divulgação de pornografia. Luma de Oliveira foi uma das vítimas. Juliana Paes, também. A atriz global chegou a estampar a capa de um filme pornô.

Na verdade, as diferentes ferramentas tecnológicas acabaram com a privacidade. Alguém que esteja passeando na praia pode ter sua foto, um vídeo seu, divulgado na internet. Isto, sem que a pessoa saiba. Que o diga Daniela Cicarelli… A modelo e apresentadora foi pega numa situação constrangedora, íntima. A gente pode até argumentar: isso não é o tipo de coisa que se faz numa praia. Mas mesmo quem não está fazendo absolutamente nada semelhante a Cicarelli pode ser vítima da rede.

Por exemplo, tem gente que não se sente confortável diante das câmeras. Acha que está gordo, não gosta do nariz, tem vergonha da careca… Enfim, um amigo, colega ou conhecido pode fotografá-lo e expor sua imagem nas redes sociais. A performance num salão de festas e até na igreja, muitas vezes, é alvo das câmeras digitais. Em pouco tempo o vídeo estará no Youtube. Para o bem ou para o mal.

A desastrosa apresentação da Vanusa ao cantar o Hino Nacional é uma prova concreta de que não há limites na internet. Tivesse acontecido anos atrás, o máximo que teria ocorrido à cantora seriam algumas notas nos jornais locais, um ou outro comentário. Passado algum tempo, a própria Vanusa poderia citar o fato como uma de suas maiores gafes nesses programas com famosos. Ficaria nisso. Entretanto, a cantora virou alvo de chacota. Tudo porque a rede não conhece limites.

Por isso, o mais recomendado ainda é: não faça nada que possa lhe trazer constrangimento ou vergonha. É difícil alegar inocência. Estamos sendo vigiados. Há câmeras por todos os lados. Não devemos ficar paranóicos, mas é preciso reconhecer que, hoje, não apenas nossas “quedas” ou “trombadas” têm chance de ficar “famosas” nas Vídeo Cassetadas do Faustão.

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Arquivo digital: dá pra confiar?

Numa das reportagens desta semana a revista Época se propõe a responder: “é seguro guardar tudo online?”. A resposta é bastante obvia: não. Na verdade, embora a questão seja obvia, é fundamental ser discutida. É necessário lembrar…

Diferentes serviços em rede prometem liberar o disco rígido de nossos computadores. Entretanto, ainda que não sejam rotineiros, defeitos aparecem. Por isso, não há garantias que os dados armazenados estejam seguros.

Por isso, a melhor recomendação ainda é de uma amiga. Ela costuma dizer que fotos que vão para o Orkut também ficam guardadas no HD, no pen drive, em cd… Vale o mesmo para os arquivos de texto, banco de dados etc. É o melhor a fazer – claro, se quiser evitar surpresas.

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Os riscos da intimidade na rede

Uma professora foi demitida após ter um vídeo que a mostra dançando divulgado no Youtube. Uma bela atriz global foi à delegacia registrar queixa contra o ex-marido por causa do sumiço de uma máquina fotográfica. Nela estavam fotos íntimas. Dois rapazes conversam animadamente no Twitter, ignorando os demais seguidores, mas ali deixando marcas de um relacionamento homossexual.

Os três casos têm semelhanças, embora cada um deles esteja numa fase diferente. Em comum, o fato de não terem cuidado com as novas ferramentas tecnológicas.

Vamos entender… A professora mencionada tem apenas 28 anos. É jovem, bonitona, solteira. Até dias atrás dava aulas para crianças de cinco anos numa escola particular de Salvador, Bahia. Em junho passado, foi ao show de pagode da banda O Troco. Não tinha idéia que uma diversão momentânea causaria tanto sofrimento.

O hit do grupo é a música “Todo Enfiado”. Em cada apresentação, o cantor convida pessoas da platéia para fazerem, no palco, a coreografia. A dança é provocativa e, num trecho, o vocalista puxa o vestido da candidata e segura sua calcinha reforçando a frase de efeito da música enquanto ela se balança num vai-e-vem frenético. Trata-se de uma prática comum nos “espetáculos”. Quem sobe ao palco conhece cada movimento da dança sexual. E lá estava a professora. Só não imaginava que pudesse se transformar numa “celebridade” do Youtube (várias pessoas gravaram sua performance e colocaram o vídeo na internet).

A divulgação levou vizinhos, gente do bairro e pais de alunos a conhecerem o lado noturno da educadora. Além de ser hostilizada, obrigada a mudar de endereço, foi demitida. A escola alega que a jovem era boa funcionária, mas precisava preservá-la.

A instituição fez a coisa certa? Não sei. Ninguém tem direito de invadir a privacidade alheia. Nela, cada um faz o que desejar. Por outro lado, o que era privado tornou-se público e as crianças precisam ter no educador um modelo.

Mas, de uma coisa sei: a professora está arrependida. Não imaginava estar sendo filmada. Não faria de novo. Entretanto, agora é tarde. A dança dela está lá pra quem quiser ver. E já viram mais de 100 mil pessoas. A vida dessa jovem mudou de rumo por ter se exposto por apenas três ou quatro minutos.

E a atriz? Esta ainda não foi envergonhada publicamente. Contudo, teme experimentar o drama conhecido pela professora. Por isso, quer a máquina fotográfica de volta. A preocupação não é com o equipamento; são com as fotos sensuais que ali estão arquivadas.

Já os rapazes não pensam nisso. Talvez não se deram conta que a vida, a intimidade deles é observada por algumas dezenas de seguidores do Twitter e por quem quiser dar uma olhadela no microblog. São marcas que às vezes permitem tratamento preconceituoso ou mesmo a perda de oportunidades de trabalho. Não por causa da homossexualidade, mas pela incapacidade de se preservarem.

Na verdade, nas três situações temos um quadro típico da atualidade. As ferramentas tecnológicas são encantadoras, fascinantes e nos abrem inúmeras possibilidades. Os equipamentos digitais fotografam, filmam e tem tantas outras funções que, por um instante, pode parecer inocente se deixar expor diante das lentes.

Com os blogs, Orkut, Twitter, Facebook, Youtube etc temos ferramentas que democratizaram o processo de comunicação. Todo mundo pode produzir conteúdo. Desconhecidos se transformam em celebridades. No entanto, a diversão às vezes custa caro. É impossível dimensionar as consequências da divulgação na rede de algo íntimo, privado. Por isso, um pouco de cautela, pudor, bom-senso, racionalidade ainda é o melhor que se tem a fazer.

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Internet, usuários e política

É vertiginoso o crescimento no número de usuários de internet no Brasil. Só no último mês o aumento na quantidade de internautas foi de 10%. O país saltou de 33,2 milhões para 36,4 milhões. E o Brasil segue como campeão no tempo de navegação. Considerando o acesso aos aplicativos, foram gastas 71 horas e 30 minutos diante da telinha do computador.

Talvez isto explique por que a internet tem hoje um papel fundamental em campanhas eleitorais. Afinal, cada vez mais pessoas dominam a linguagem da web, conhecem e participam das redes sociais, ficam horas e horas no computador. Ou seja, quem quer vencer uma eleição não pode ignorá-la.

É exatamente isto que revela um estudo realizado por um centro de novas mídias da Alemanha. Para a faixa etária de 18 a 29 anos, a internet é a mais importante fonte de informações políticas.

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Quem é dono da informação?

Você já viu o termo Copyright no fim de alguma página? Não é difícil trombar com ele. De maneira simplória, diria que o Copyright é um sistema que proíbe a reprodução de conteúdo. Está diretamente ligado ao Direito Autoral.

Mas não gosto do Copyright. Não porque defenda a cópia e o desrespeito à propriedade intelectual. De maneira alguma. Quem é dono de uma ideia tem – e deve receber – todos os méritos sobre ela. É inadmissível a reprodução de um conteúdo sem citar o autor.

Entretanto, esta última frase já revela um pouco o que penso. Entendo que ideias devem ser reproduzidas, espalhadas, divulgadas. Claro, desde que o autor seja reconhecido e, em várias situações, remunerado pelo que criou.

Minha birra com o Copyright tem relação com o conteúdo produzido na internet. Não estou falando de programas de computador, métodos de trabalho ou qualquer outra iniciativa que alguém tenha desenvolvido, patenteado e dependa financeiramente daquilo. Trato aqui de notícias, informações, conhecimento.

Por exemplo, neste momento estou com uma janela do navegador aberta numa notícia. O texto trata do prejuízo da Oi no segundo trimestre do ano. Ao final da matéria, está lá o lembrete:

Copyright © Reuters Limited. Todos os direitos reservados.
Republicação ou redistribuição do conteúdo produzido pela Reuters é expressamente proibido sem autorização prévia por escrito.
A Reuters não se responsabiliza por nenhum erro de conteúdo ou atraso de sua distribuição, ou qualquer outra ação decorrente desta publicação.

Diga-me, qual o problema em citar essa notícia, apresentar alguns de seus dados ou reproduzir uma frase – desde que cite a fonte? Não consigo identificar nenhum tipo de dano ao autor. Contudo, o Copyright me lembra que não posso fazê-lo. Quando faço aqui no blog a reprodução de um trecho dessa informação, sem pedir prévia autorização por escrito, teoricamente, cometo um crime.

Entendo que o Copyright é apenas mais uma das contradições na internet. O mundo em rede trouxe mudanças tão significativas que colocam diante de nós demandas que antes não tínhamos. Uma delas é a necessidade de uma legislação mais adequada. Outra é a flexibilização de conteúdos.

No caso da informação, ninguém mais é dono de nada. A coisa chegou a tal ponto que o reprodutor do conteúdo, quando cita a fonte, já parece estar fazendo um favor. Não há lógica alguma em pedir autorização para citar dados relacionados numa reportagem. Ninguém faz isso. As informações circulam livremente. Hoje, a gente sabe qual é a notícia. Mas quase sempre não consegue lembrar onde viu, leu ou ouviu.

Cá com meus botões, penso que temos uma nítida situação onde a realidade se impõe. Qual é a realidade? A circulação de conteúdo, sem restrições, burocracias e produzida e reproduzida por pessoas de todos os tipos – gente especializada, jornalistas, escritores ou apenas curiosos, anônimos etc. Impedir tal movimento é tentar conter o curso natural do mundo.

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O Twitter nos deixou na mão

Passamos boa parte da manhã desta quinta-feira sem acesso ao Twitter. O serviço se tornou tão essencial para divulgação de algumas notícias que começo a sentir mais falta dele que do blog, quando fica fora do ar. É verdade que não me lembro do WordPress ter me deixado na mão nesses dois anos – o Blogger me fez passar raiva muitas vezes.

A agilidade do Twitter é assustadora. Na faculdade, na igreja e em outros lugares, as pessoas comentam muito mais sobre o que a gente escreve no Twitter. Talvez seja por que, aos poucos, todo mundo está migrando para a rede. Ah… no Brasil, já é a segunda maior rede social.

PS- Conheça o motivo de o Twitter ter ficado fora do ar e continuar lento.

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Novo blog na lista de Favoritos

O Leandro passou por aqui e deixou nos comentários o link do Paiçandu Blog News. Já está na lista dos Favoritos.

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Twitter está atualizado e interativo

Tenho dito aqui que este blog tem sido utilizado para os textos mais elaborados. É o “efeito twitter”. Impossível não achar mais ágil e rápido postar usando a nova febre da rede. Tudo feito através de notas curtas, objetivas. Tem espaço para notícias da cidade, coisas pessoais, “diálogos” com amigos, alunos e seguidores. Por isso, sugiro aos leitores que acompanhem também o meu Twitter. Está atualizado e bastante interativo. Hoje, por exemplo, escrevi por lá quase 30 notas – muito disso já não está mais visível no blog.

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Posterous e outras novidades na rede

Depois de testar o Posterous, pretendo refletir sobre as novas tecnologias e as condições que reunimos para dar conta de tantas novidades. Particularmente sou um curioso e conheço como funciona muita coisa hoje disponível na internet. As redes sociais são minhas ferramentas favoritas.

É verdade que nem sempre consigo atualizar tudo e nem produzir conteúdos novos, significativos. Ainda assim, sei trabalhar com a maioria desses serviços.

O principal ponto da discussão é exatamente este: dominar essas ferramentas é necessário, mas até que ponto conseguimos interagir com todas essas novidades? Difícil.

Entendo ser fundamental conhecer a dinâmica da internet e muito do que ela nos oferece, principalmente porque nossas crianças, nossos adolescentes e jovens não encontram dificuldades para trabalhar com tudo aquilo que é desafiador para nós, os mais velhos. Já disse aqui noutra ocasião que pais que ignoram as tecnologias e pouco sabem sobre o universo disponível na internet correm maior risco de perder os filhos.

O que perdem primeiro é o respeito. Rapidamente a molecada vai te achar um dinossauro, um ser de outro mundo – por desconhecer o mundo dele, a linguagem que utilizam. Chega a ser engraçado… Esses garotos falam em Português, mas parecem dialogar em “javanês”. E os pais ficam alheios – literalmente, alienados.

Mas a coisa é muito mais complexa. Pais que desconhecem o mundo das tecnologias, da internet, das redes sociais não sabem por onde andam seus filhos. Afinal, a garotada não precisa sair de casa para estar perdida. Pode estar vivendo um mundo paralelo, nocivo e até criminoso dentro do próprio quarto.

Entretanto, como dar conta da vida cotidiana e ainda aprender a respeito desse novo mundo que se constrói, se destrói e se reconstrói a cada dia? Está aí a receita que eu também gostaria de encontrar. Para tudo que temos é preciso gastar tempo. E quando dedicamos atenção a algo, algum setor de nossa vida pode deixar de ser prioridade.

Então, minha sugestão é ler sobre esses temas. Testar aos poucos cada novidade. Procurar ler publicações especializadas e buscar fazer disso uma rotina. Ninguém aprende tudo de um dia para o outro. Nem vai dar conta de dominar todas as ferramentas. Mas é necessário testar, experimentar, ousar. Errar talvez seja um verbo que você vai conjugar bastante. Ainda assim, vale a pena tentar.

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É impressionante

As novas ferramentas tecnológicas são surpreendentes. Hoje estava refletindo sobre a relação Blog X Twitter e concluia que esta nova mania na rede está aos poucos minando os blogs. A gente começa a escrever nos blogs apenas os textos mais elaborados – aqueles que necessitam de um espaço maior para ser desenvolvidos. Encontrei um texto inclusive que falava sobre a morte dos blogs e um dos "profetas" dizia ter trocado seu blog pelo Posterous, um serviço ainda pouco conhecido por aqui (todo em inglês). Pois bem, resolvi testá-la. E aqui está um post escrito para o Posterous, replicado no Blog do Ronaldo (WordPress), no Twitter e em minha conta no Facebook. Demais!

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O som que invade nossos ouvidos

ipod_originalQuando ando pelas ruas não presto muita atenção nas pessoas. Caminho sempre envolto em meus pensamentos e quase não noto o que se passa a minha volta. Mas de uns dias pra cá, tenho observado que para os poucos rostos que olho, há um fone de ouvido conectado ao ouvido. Claro, usar aparelhos de MP3, 4, 5… ipod… não é novidade. Por sinal, nas lojas de eletrônicos encontramos modelos cada vez mais baratos e modernos.

Também já vi vários textos questionando o uso abusivo desses aparelhinhos. Eles vão deixar esse pessoal com problemas auditivos. Todo mundo surdo por causa do excesso de som. Não somos dotados de mecanismos que resistam a tanto barulho.

Contudo, hoje me chamou atenção uma garota que compartilhou comigo o elevador. Ela parecia carregar duas caixas de som nos ouvidos. Talvez a jovem não tenha notado. Eu ouvi Michael Jackson como se estivesse num animado salão de festa. Não posso dizer que me senti desrespeitado (até gosto da música que tocava…). Mas confesso que me sentiria muito mais confortável se o ambiente não tivesse sido invadido pelo som alto do aparelho que a moça carregava em seus ouvidos.

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A notícia, a verdade e as redes sociais

Já falei neste espaço, noutras ocasiões, sobre a internet e, principalmente, a respeito dos crimes cometidos na web. As chamadas redes sociais têm transformado o mundo das comunicações e a vida das pessoas. Ainda esta semana vi a informação: – Os brasileiros com web passam 32,5 horas semanais conectados, contra 9,8 horas em frente à TV. Isto é muito significativo. Mostra que a internet não apenas faz parte da vida das pessoas, mas tem se tornado a principal ferramenta de trabalho e lazer.

As chamadas redes sociais aproximam as pessoas, vencem barreiras geográficas e promovem revoluções. Basta notar o que ocorreu no Irã nessas últimas semanas. Por meio do Twitter, o mundo pôde saber das suspeitas de fraude nas eleições presidenciais e da violência contra manifestantes – inclusive com a morte de uma jovem. O Twitter foi tão essencial ao processo que até mesmo uma atualização técnica programada foi cancelada a pedido do governo americano com a finalidade de permitir que as pessoas pudessem continuar expondo ao mundo o que estava ocorrendo no Irã.

Hoje, dar notícia não é uma atribuição exclusiva da imprensa. Podemos até dizer que tudo agora é imprensa. A circulação de informações se dá em todos os lugares. Além dos veículos tradicionais – rádios, jornais, revistas, televisão -, os fatos se tornam públicos por meio dos blogs, do Twitter, Facebook, Orkut e mensagens pelo celular. Todos podem produzir conteúdo. Ninguém mais é dono da notícia. Isto democratiza e rompe com o monopólio das comunicações. Contudo, identificar a origem das informações é tarefa quase impossível.

Um texto que publico agora pode ser replicado pelo mundo afora. Pode parar noutros blogs, noutros jornais e até ganhar títulos e autores diferentes. Nossos princípios éticos e a legislação vigente apontariam que tal prática é criminosa, é plágio. Entretanto, como controlar aquilo que noticiamos? Já vi textos meus em páginas desconhecidas – em outras, respeitadas -, mas que nunca obtiveram autorização minha para serem reproduzidos. É verdade que isso não me incomoda. Mas, e se meu texto ganhasse um novo autor? Ou se fosse publicado fora de contexto?

As redes sociais permitem que isso aconteça. Favorecem ainda a divulgação mentirosa, a falsa notícia, a calúnia, a difamação pública de pessoas etc. Por essas páginas na web, como citou nesta quinta-feira o jornalista Paulo Nogueira, ficamos sabendo da “morte” de celebridades como Britney Spears e George Clooney. Eles continuam vivos – e esse tipo de prática também. Pior, os responsáveis por esses crimes dificilmente sofrem punição.

O que nos resta? Reconhecer esse novo fenômeno tecnológico de enorme impacto social. Identificar seus limites e, fundamentalmente, filtrar aquilo que chega até nós. Afinal, continuaremos convivendo com verdades e mentiras.

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A gente se perde na tela do computador

Nesta semana fiz uma rápida confidência no Twitter. Foi espontânea. Depois de publicá-la, comecei a refletir sobre o que havia acabado de escrever.

- Às vezes fico tanto tempo com os olhos fixos na tela do computador que tenho a impressão de estar desconectado do mundo…

Essa foi a frase. E ela retrata uma grande verdade. Uma verdade que está ligada a minha existência.

Nunca parei para pensar em quantas horas fico olhando para a tela do computador. Mas certamente gasto mais tempo fixado no monitor que olhando para outra coisa qualquer. Nenhum rosto, nenhum ambiente, coisa alguma recebe de meus olhos – e meu cérebro – mais atenção.

computadorGeralmente me conecto com o mundo virtual por volta das 7h30. Passo, portanto, no mínimo quatro horas e meia fixado na tela do computador. Isto só no período da manhã. Durante à tarde, são pelo menos outras três horas. À noite, muitas vezes também tenho a companhia de um computador.

Esta rotina não é privilégio meu. Minha realidade é semelhante a de milhões de pessoas. São pessoas iguais a mim que vêem o mundo pela tela do computador e nela estão ligados num universo que não se pode tocar.

Entretanto, o que acontece ao meu lado enquanto meus olhos estão fixos no monitor? Você já parou pra pensar? Essa pergunta ainda está martelando em minha mente. Certamente tenho deixado de ver muita coisa que se faz no mundo real. Deixo de ouvir coisas, de falar outras, de ver gente, de sorrir com o sorriso de pessoas que amo, de chorar o choro de alguém que precisa de ajuda.

O mundo virtual tem se tornado a minha realidade. Vejo o mundo e o que nele acontece pela tela do computador. Mas quem pode assegurar que o que vejo é mais importante do que aquilo que acontece ao meu lado?

A vida real é passageira. Cada hora diante dessa tela é uma hora não vivida. Semelhante a outros milhões de internautas, minha existência parece ganhar sentido enquanto meus olhos percorrem pelos textos, imagens e sons que desfilam na tela do computador. No entanto, o que minha vida significa quando a máquina é desligada?

Imagem: ECS

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Será o fim do anonimato em lan houses?

Os deputados do Paraná aprovaram ontem um projeto que obriga lan houses e cibercafés a cadastrarem clientes que frequentam esses locais. Mais que fazer o cadastro, essas empresas deverão instalar câmeras em cada computador para registrar a imagem dos usuários. A ideia é pôr fim ao anonimato dos usuários de lan houses e cibercafés.

A intenção do projeto parece boa: facilitar o trabalho de investigação em casos de crimes pela internet. Sabe-se que centenas de crimes são cometidos na rede mundial de computadores – desde a difamação de pessoas, passando pela divulgação de imagens íntimas, até casos de pedofilia.

Hoje, chegar ao computador onde o crime foi cometido não é tarefa das mais difíceis. Entretanto, identificar quem usou a máquina não é algo simples. Por isso, a Assembléia aprovou o projeto. O problema, segundo os donos de lan houses e cibercafés, é viabilizar a sua aplicação.

Caso seja sancionado pelo governador Roberto Requião, o projeto entrará em vigor e as empresas que não providenciarem o cadastramento e a instalação das câmeras serão multadas entre R$ 10 mil e R$ 100 mil – em caso de reincidência, o alvará será cassado.

Cá com meus botões, acho o projeto interessante. É preciso ter um controle sobre o uso de computadores nesses espaços. O “senão” da proposta está na invasão da privacidade do usuário. Nem todo mundo que frequenta esses locais é criminoso. Mas, é a velha história, quem faz a coisa certa sempre sofre o ônus de quem prefere a vida marginal.

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Jovens são principais usuários do Twitter

Completei hoje mil atualizações no Twitter. Descobri essa rede no ano passado, mas só abri uma conta meses atrás. Desde então, só vejo crescer o número de pessoas que participam da rede. É impressionante.

Uma pesquisa publicada sobre o uso do Twitter no Brasil revela que os paranaenses ocupam a quarta posição no ranking da rede. São Paulo responde por 43,53%. O Paraná, 7,72%. O Rio é o segundo (13,5%), Minas o terceiro (10,08%).

Os homens são a maioria dos usuários. Cerca de 55,71%. As mulheres, 42,44%. Por enquanto, as empresas ainda não descobriram a importância da ferramenta. Elas representam apenas 1,85% dos usuários.

Outro aspecto curioso, mas que só confirma aquilo que muita gente já sabe, os jovens são os principais frequentadores da rede social. Se somarmos as faixas etárias abaixo de 30 anos, dá mais de 80%. Ou seja, a idade é determinante no uso das ferramentas tecnológicas de comunicação. Claro, existe o fator “ocupação”. Pessoas mais maduras tendem a ter mais compromissos – logo, menos tempo para navegarem na internet. Contudo, observa-se que o público mais jovem descobre e rapidamente, sem preconceitos, se adapta às novas tecnologias.

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Mudamos o blog; de novo

Amanhã faz dois anos que estou no WordPress. Tenho tido muitas alegrias em manter essa página pessoal, mas sempre estou refletindo sobre o papel que o blog exerce na minha vida. Claro, me preocupo com a repercussão que tem junto aos leitores. Entretanto, a manutenção do blog é algo que vai além da relação que tenho com os leitores. Tem a ver com a necessidade de me expressar, exercitar minha timidez e superar o meu jeito reservado de ser.

Hoje, primeiro dia de junho, coloco no ar um novo template. Faz parte desse sentimento de insatisfação constante e do desejo de melhorar. Embora o modelo que estava usando fosse relativamente recente – menos de seis meses -, desde a disponibilização do Twitter no blog, senti a necessidade uma terceira coluna no blog. Espero que o novo visual valorize ainda mais as informações.

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Blog e twitter se completam…

Não sei se todos leitores deste blog já notaram, mas aí ao lado tem informações atualizadas do Twitter. Tenho procurado fazer com que sejam complementares. No Twitter, o factual, atualizado, pequenos fragmentos. No blog, textos mais longos, elaborados.

A fórmula que encontrei para conviver com as duas tecnologias tem sido utilizada por outros blogueiros. Ainda preciso melhorar a interatividade, principalmente tornar o Twitter base para amplificar discussões no blog. Espero conseguir.

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Corajosos; porém, anônimos…

Com a divulgação dos nomes dos autores do blog “Tititi Antisocial, by Candinha”, impossível não voltar a discutir o anonimato na rede mundial de computadores. Entre as novidades que a internet nos trouxe está a chance de acompanhar à distância a vida do outro. Mais que isto. Criticar o outro, denegrir a sua imagem, torná-lo ridículo e até mesmo bandido.

Há situações em que o anonimato parece justificar-se. Por exemplo, quando temos um ato concreto de corrupção, sentimo-nos no dever de denunciá-lo, mas tememos por nossa segurança ou de pessoas próximas. Ainda assim, com apresentação de provas e pelos caminhos legais – através do Ministério Público, Polícia etc. Contudo, o que deveria ser uma exceção se tornou um hábito. Pior, fazendo uso da internet – espaço público, sem regras e cruel por sua natureza global.

O anônimo na rede se sente poderoso. Mas é um covarde. Esconde-se atrás da tela do computador para atacar quem não pode se defender. Pode até ter um motivo justo, mas, ao se esconder, transgride as regras sociais. Rompe com a ética e a moral. O anônimo também deixa de assumir uma posição cidadã – aquela que implica em direitos e deveres. Ou seja, assumir as consequências sociais e jurídicas de suas atitudes.

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Divulgados autores do blog da Candinha…

Foram divulgados nessa segunda-feira os nomes dos responsáveis pelo blog Tititi Antisocial, by Candinha. Muita gente está passando por aqui desde ontem para saber as novidades sobre o assunto. Recomendo a reportagem de O Diário. Tenho mantido a política de não discutir sobre blogs anônimos, principalmente quando tentam denegrir a imagem das pessoas. Portanto, não será neste momento em que os nomes já são conhecidos que abrirei espaço para falar dos autores desse blog.

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Mais destaque ao Twitter…

Como o objetivo é deixar o factual para o Twitter, ampliei seu espaço aqui no blog. Na coluna ao lado, as dez últimas atualizações.

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Twitter e blog…

Dia desses disse aqui que de vez em quando sofro crise de blogueiro. Fico insatisfeito, dá vontade de mudar de endereço, provedor, criar outro blog, trocar de temas (layout), e até de “política editorial” (os assuntos abordados em meus textos).

Noutras ocasiões, fiz mudanças. Nem sempre muito claras para os leitores. Mas que mudaram minha relação com o blog.

Desta vez, pensei em voltar a postar no Repiquete. Cheguei a publicar algumas notas por lá. A ideia era manter os textos mais “intensos”, elaborados, neste blog. No Repiquete, os posts curtos, factuais. Desisti.

Parece-me que encontrei a solução. O propósito original permanece. Textos mais longos aqui. Mas as notas curtas vão para o Twitter. Também me mantenho firme na proposta de trabalhar os temas que mais me dão prazer: educação, comportamento, mídia. Claro, continuo refletindo sobre política e economia. Mas com menos frequência.

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Futuro do jornal impresso…

Hoje essa é uma discussão que se trava nas academias e fora delas: o jornal impresso vai morrer?

Ontem, li um texto do Ziraldo. Ele foi direto. O fim dos impressos está próximo. Mais próximo do que se imagina.

- “O livro sobreviverá, o jornal, não”, disse.

Também li um artigo sobre o mesmo assunto no Observatório da Imprensa. O diplomata e presidente da Gazeta Mercantil, Marcos Troyjo, autor do artigo, entende que há espaço para os jornais, mas não no formato que atualmente possuem.

Ele cita, por exemplo, o New York Times perdeu 50% da circulação nos últimos cinco anos. Também aponta que o maior jornal da América Latina, o argentino Clarin, não tem um único assinante. Enquanto isso, cresce substancialmente a circulação de informação pela internet.

Na verdade, a revolução proporcionado pelos novos meios tecnológicos é muito mais ampla. Afeta o jornal impresso, mas também reduz diariamente a audiência da televisão, inverte a lógica do controle da informação e até obriga veículos tradicionais de comunicação a pautarem determinados assuntos que antes seriam silenciados. Faz mais que isso. Consegue, por exemplo, envergonhar programas de massa, como o Fantástico, quando o assunto é tecnologia.

O dominical lançou no fim de semana passado a sua conta no Twitter. Ajudou a popularizar a rede social entre os que a desconheciam, mas a resposta do público foi muito pequena – comparada a importância histórica e audiência do programa.

Mas, voltando aos impressos, não creio que teremos em tempo tão curto o fim dos jornais. Ele é possível. Mas a morte está muito mais nas mãos dos donos e quem faz os jornais que nas mãos do próprio público. Creio que depende da capacidade de se adaptar às mudanças provocadas pelas novas tecnologias.

Talvez uma saída seja, aos poucos, migrar para internet. Mais isso, embora preservasse a empresa, alguns postos de trabalho e o negócio, ainda assim significaria o fim do impresso. Mas insisto, ainda penso que é possível manter a circulação do jornal em papel. Numa linha diferente, é claro.

Daqui a pouco não haverá mais espaço para publicar notícias em jornal. Nas cidades onde muita gente vê tevê, acessa a internet, ouve rádio, publicar notícias em jornais já começa a ser descartável. Os jornais sobrevivem mais pelo hábito dos leitores que pela relevância de suas notícias. Elas quase sempre já são conhecidas do público.

- Talvez aí esteja a chave para o futuro dos jornais. Deixarão de ser newspapers em mais de um sentido, já que são derrotados ingloriamente na corrida tecnológica da notícia e nos custos (econômicos e ambientais) do papel. De modo crescente – e irreversível –, as notícias (news) vão para o digital, para o tempo real gratuito.

Concluo dizendo que, hoje, apostaria mais na previsão do Ziraldo. A visão de Troyjo parece não encontrar eco nas redações. Os jornais continuam insistindo num modelo em que cada manchete já é conhecida do público desde o dia anterior. E o problema não está restrito apenas às manchetes. Insiste-se em matérias já veiculadas no rádio, tevê e internet. Investe-se em textos curtos, mais objetivos, copiando o formato da web. Foca-se equivocadamente numa proposta inversa. Ao invés de se trabalhar numa alternativa sustentável para o jornalismo impresso, busca-se imitar a estética trazida pelas novas tecnologias. Decreta-se assim o fim do impresso por absoluta incapacidade de responder aos novos hábitos criados pela internet.

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Twitter, recomendo.

Já disse aqui que tenho me divertido com o Twitter. É um espaço onde recebo informações, publico breves notícias e consigo interagir com gente querida. Alguns dos meus alunos já descobriram e fazem parte da minha rede de contatos. Isso garante interação, boas discussões. Por isso, questiono-me se este não será o futuro (ou presente?) da comunicação em rede.

Alguns dos blogueiros que acompanho – a Rosana Hermann, o Carlos Cardoso entre outros – estão no Twitter. E hoje fazem mais uso desse serviço que do próprio blog.

Dias atrás, numa discussão em sala de aula, conversamos sobre essas novas redes e tecnologias. O Twitter está na moda. Pode ser modismo. Momentâneo, inclusive. Mas ainda assim penso que vale a descoberta, a experiência.

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Divertindo-me no Twitter…

Essa coisa de escrever, no máximo, 140 caracteres é show. Um ótimo treinamento. Está sendo muito legal. Por sinal, tenho me divertido mais com o Twitter que com o blog. Quem quiser acompanhar, é só clicar aqui ou ver na coluna Meu Twitter (aí do lado). Pra se tornar um seguidor, é preciso abrir uma conta. O sistema funciona em inglês.

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O Google me dá medo…

Já comentei aqui que o Google controla a nossa vida. Sabe tudo sobre nós. E estende seus tentáculos a todos os setores. Agora, a nova investida da companhia parece ser sobre o Twitter. Em vários sites se fala que o Google está negociando a compra da nova febre da internet. A companhia se nega a comentar o assunto. Mas também não diz se a notícia é mentirosa.

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Banda larga pela rede elétrica…

A Anatel aprovou ontem o acesso à internet pela rede elétrica. Claro que não vai estar disponível amanhã. Mas a expectativa é de que a novidade permita ampliar o número de pessoas que têm acesso à rede.

Entretanto, nos lugares onde a tecnologia já foi testada, pode se notar que o sinal acaba ficando ruim em distâncias muito longas. É esperar pra ver.

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Reeleição de Anísio Tormena…

Ele está no cargo desde 2000. Com um novo mandato, segue à frente da Associação dos Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná até 2012. Em entrevista à CBN, ele falou sobre as conquistas do setor nesses últimos anos. Também apontou que o novo mandato será desafiador, em virtude das incertezas do cenário econômico. Entretanto, ressaltou que a Alcoopar tem como meta obter maior produtividade com a mesma matéria-prima. Para isso, estão previstos mais investimentos em tecnologia. Uma das propostas é produzir álcool a partir do bagaço da cana.

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Domínio do Firefox na Europa…

Os blogueiros já descobriram os benefícios do Firefox há algum tempo. Por isso, entre nós o navegador é o favorito. Agora, pela primeira vez, o Internet Explorer vê ameaçada sua liderança. Na Europa, o Firefox se tornou o preferido para 35% dos usuários da internet.

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Twitter rouba atenção do blog…

É muito legal usar o Twitter. Rápido e fácil. O problema é que tira atenção do blog.

Se esta também for a sua impressão, caro leitor, sugiro dar uma olhadela aí do lado e ficar de olho no meu twitter.

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Gilson no Twitter…

Meu amigo Gilson Aguiar está no Twitter. Parece estar animado.

É a CBN no Twitter…

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Twitter no blog… II

O funcionamento ainda não é perfeito. De vez em quando, parece cair a conexão. Mas as atualizações do Twitter estão disponíveis no blog. Se não aparecer, clique aqui (ou sobre o texto Meu Twitter – disponível na coluna ao lado).

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Twitter no blog…

A blogueira Maria Amélia avisou… O WordPress permite inserir o Twitter no blog. Então, a novidade já está disponível ao nosso leitor. Aí ao lado fiz algumas mudanças. E o Twitter ganhou destaque.

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Sobre o blog de Ronaldo Nezo

Este é só mais um blog. Nem melhor, nem pior que outros tantos que existem por aí. Este jornalista, professor e blogueiro não intenciona se apresentar como dono da verdade e da razão. Apenas pensar alto sobre diferentes temas. O respeito ao outro, a ética e o bom-senso são nossos principais valores. Ninguém precisa concordar com nada aqui publicado, mas caso queira conhecer nosso pensamento a respeito dos mais diferentes temas, basta navegar pelos textos disponíveis. E, no arquivo, tem muita coisa que considero relevante. O sistema de buscas está aí logo acima.

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