Imagine que você teve de levar uma calça ao alfaiate (Nada demais… Todo mundo tem calça. Mas, é verdade, nem sempre se leva ao alfaiate).
Continuando… Você levou-a para passar por alguns reparos. A costura abriu (sabe-se lá por quê).
O alfaiate fez o serviço. Mas, quando você abre o pacote, lá estão trechos esquecidos, ignorados pelo profissional. Ele passou a máquina em vários lugares, mas não viu o fundo da calça aberto.
O que você gostaria de fazer com o alfaiate?
Não necessariamente desta forma, mas já aconteceu comigo. Lembrei da história por causa do serviço de tapa-buracos feito pelo pessoal da Secretaria de Serviços Públicos de Maringá.
Lá na região sul, na rotatória das avenidas Gastão Vidigal e Nildo Ribeiro estão meia dúzia de buracos. Tem outros três ou quatro bem próximos – ainda na avenida.
Terça-feira, o pessoal da Secretaria passou pela região. Fizeram muitos reparos. Havia muitos buracos. A chuva estragou bastante a malha asfáltica. Estava quase intransitável. Entretanto, alguns deles ficaram descobertos.
O curioso é que estão a menos de três metros de distância de vários outros que foram devidamente corrigidos. Mas os trabalhadores da prefeitura não viram. Não viram é modo de dizer. Afinal, é bem no trecho de entrada da rotatória. Impossível não vê-los todos ali à espera de uma roda, de um pneu.
Ficou um servicinho, por assim dizer, mal feito (tem outros adjetivos…).
Recordei de um papo que ouvi tempos atrás e cheguei a uma conclusão… Os servidores não gostam do secretário. Que mais poderia explicar tal fato?
Arquivado como:Trânsito , asfalto de maringá, buracos em maringá, malha asfáltica, serviços públicos
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